CCJ Cidadã inaugura audiências para ouvir a população Primeiro encontro aconteceu em Curitiba e o objetivo é percorrer todo o estado para apresentar o trabalho da Comissão na Alep.

13/09/2019 09h06 | por Diretoria de Comunicação com assessoria parlamentar
Deputado Delegado Francischini (PSL), presidente da CCJ, comandou os trabalhos na primeira reunião do projeto CCJ Cidadã.

Deputado Delegado Francischini (PSL), presidente da CCJ, comandou os trabalhos na primeira reunião do projeto CCJ Cidadã.Créditos: Wallace Machado

Deputado Delegado Francischini (PSL), presidente da CCJ, comandou os trabalhos na primeira reunião do projeto CCJ Cidadã.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) realizou, nesta quinta-feira (12), a edição inaugural da CCJ Cidadã. A Audiência Pública atraiu lideranças comunitárias e moradores da Cidade Industrial de Curitiba (CIC), nesta que foi a primeira de várias ações programadas para percorrer algumas cidades do Paraná.

O objetivo da medida idealizada pelo presidente da CCJ, deputado Delegado Francischini (PSL), é explicar o funcionamento da Comissão, que é a porta de entrada de todos os projetos de lei da Assembleia e, também, conhecer a realidade de comunidades e ouvir as necessidades locais.

“É uma reaproximação com o eleitor que nos levou à Assembleia. Um encontro como esse mostra o verdadeiro espelho da região. Trazendo as necessidades dos cidadãos. Viemos para ouvir e assim poder fazer mais e melhor para a população”, explicou Francischini para cerca de 150 pessoas. “A proposta foi aprovada pelos demais deputados e chancelada pelo presidente da Alep, Ademar Traiano, que é um incentivador”, acrescentou.

O evento inicial foi realizado na Associação de Moradores do Conjunto Diadema II. E a Cidade Industrial escolhida por ser o maior bairro de Curitiba em extensão e população (cerca de 186 mil), que corresponde a mais moradores do que cidades como Guarapuava, Paranaguá e as vizinhas Araucária e Pinhais.

“É muito importante porque muitas vezes não temos um acesso às autoridades e políticos para mostrar o que realmente precisamos. Temos questões importantes para debater. Principalmente na área de segurança. Essa oportunidade é muito boa para o nosso bairro”, disse Fabíola Mara Gonçalves, integrante da Associação de Moradores do Conjunto Diadema.

A segurança foi tema recorrente da audiência no bairro mais violento de Curitiba. Em 2018 foram 293 homicídios na capital e 56 ocorrências na CIC, enquanto 68 assassinatos foram registrados em 2017. Os moradores explanaram sobre a necessidade de mais policiamento, especialmente para o comércio.

A criação de programas sociais para acolher as crianças do bairro, pavimentação e trincheiras foram outras demandas levantadas pelos participantes.

As reivindicações serão analisadas na Alep e encaminhadas aos órgãos responsáveis. As que forem de competência do Legislativo podem prosperar em forma de projetos de lei.

Participaram ainda representantes de deputados, o presidente da Femoclan, Nelson Pereira, a presidente do Provopar, Carlise Kwiatkowski, a presidente do Conselho Fiscal do Provopar e assessora da Presidência da Celepar, Flavia Francischini, e lideranças locais.

Sequência – Além de outros bairros de Curitiba, a CCJ Cidadã deve chegar ainda este ano a cidades como Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e Cianorte. “Fizemos um projeto piloto e agora vamos continuar para ouvir a realidade de outras localidades”, reforçou Francischini.

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