Comissões da Alep vão intermediar parcerias na área ambiental entre Paraná e Angola Reunião entre deputados e autoridades angolanas debateu políticas públicas para o descarte de lixo e o para o processamento de resíduos sólidos.

17/07/2019 15h42 | por Eduardo Santana
Reunião entre deputados e autoridades angolanas debateu políticas públicas para o descarte de lixo e o para o processamento de resíduos sólidos.

Reunião entre deputados e autoridades angolanas debateu políticas públicas para o descarte de lixo e o para o processamento de resíduos sólidos.Créditos: Orlando Kissner/Alep

Reunião entre deputados e autoridades angolanas debateu políticas públicas para o descarte de lixo e o para o processamento de resíduos sólidos.

Reunião entre deputados e autoridades angolanas debateu políticas públicas para o descarte de lixo e o para o processamento de resíduos sólidos.Créditos: Orlando Kissner/Alep

Reunião entre deputados e autoridades angolanas debateu políticas públicas para o descarte de lixo e o para o processamento de resíduos sólidos.

As Comissões de Ecologia, Meio Ambiente e Proteção aos Animais; de Indústria, Comércio, Emprego e Renda; e de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) vão intermediar a troca de experiências entre Brasil e Angola sobre políticas públicas para o descarte de lixo e o para o processamento de resíduos sólidos nos grandes centros urbanos. O encaminhamento ocorreu durante uma reunião entre o presidente da Alep, deputado Ademar Traiano (PSDB) e autoridades ambientais de Angola, ocorrida na manhã desta quarta-feira (17), no Gabinete da Presidência. “Um dos grandes problemas que a sociedade enfrenta na atualidade é a questão do lixo. Esse é um dos graves desafios que o país tem pela frente. Por exemplo, muitas das grandes cidades brasileiras, muito pouco tempo atrás, não tinham programas de tratamento de lixo. Portanto, a troca de experiências com os angolanos é fundamental para buscarmos políticas que possam equacionar esse problema”, declarou Traiano.

O encontro contou com a participação do deputado Goura (PDT), proponente da reunião e presidente da Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Casa; do deputado Tadeu Veneri (PT), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alep; do presidente da Agência Nacional de Resíduos de Angola, Monteiro Gomes Lumbo; do diretor do Ministério do Ambiente de Angola, Eduardo Martins Andrade Baptista; do presidente do Instituto Gt3, Maurício Barcellos Degelmann. Durante a reunião foram debatidas as principais ações realizadas pelo Paraná na área de descarte de resíduos sólidos e também as demandas ambientais do país africano.

De acordo com o deputado Goura, as Comissões da Assembleia vão elaborar um catálogo com as principais políticas públicas na área de descarte de resíduos praticadas no Paraná e enviar às autoridades ambientais angolanas. Ainda no encontro foi debatida a possibilidade de ser enviada à Angola uma comitiva composta por parlamentares, membros do Poder Executivo e empresários da área de descarte e processamento de resíduos sólidos. “Esperamos que esta reunião tenha sido o primeiro passo na troca de informações e de boas práticas na área ambiental, como também nas áreas comercial e empresarial. Acredito que a gente tem que estar muito mais próximo da África e, nesse caso específico, da Angola. O Paraná tem muito a ganhar com essas parcerias internacionais”, concluiu Goura.

Missão - A delegação angolana está no Brasil para uma missão de reconhecimento para possíveis parcerias nas áreas educacional e tecnológica com órgãos públicos e empresas especializadas em soluções ambientais. “O Paraná, em particular Curitiba, é conhecido pela boa prática na questão ambiental. Nossa ideia é conhecer todas as experiências boas que a cidade tem na prática ambiental e levar para aplicar no nosso país”, afirmou Monteiro Gomes Lumbo. Antes de visitar a Assembleia, a comitiva angolana teve reuniões com empresas especializadas em tecnologias ambientais e visitou a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) e a Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná. “Angola e Brasil são dois países irmãos, unidos por laços históricos muito grandes. Portanto, aquilo que é bom para o Brasil, também pode ser bom para Angola”, ressaltou Lumbo.





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