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11/09/2019 - 17h47

Incentivos à mobilidade e à sustentabilidade são destaques na pauta da Alep

Por Cláudia Ribeiro

Incentivos fiscais para quem comprar e produzir carros elétricos; implantação de um circuito para cicloturismo na Região Metropolitana de Curitiba e a criação de um selo para empresas que investirem na política de logística reversa.  As três propostas voltadas para a mobilidade e sustentabilidade foram aprovadas durante a sessão plenária desta quarta-feira (12) da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). O projeto do Governo, que isenta do pagamento de IPVA motoristas e empresas que comprarem e produzirem carros elétricos até dezembro de 2022, passou em 1ª discussão. Segundo o projeto, os carros com motor movido a GNV, Gás Natural Veicular também terão desconto na alíquota, já aplicado atualmente, até 2022. O líder do Governo na Casa, deputado Hussein Bakri (PSD), diz que o Poder Executivo adota a medida como forma de construir uma economia sustentável com a base de energia renovável.

(Sonora)

Também em 1º turno de votação, os parlamentares aprovaram um projeto da deputada Maria Victoria (PP), que institui o Selo Estadual "Logística Reversa" para fabricantes, importadores, comerciantes e distribuidores de matéria-prima do estado. O selo, que deve ser solicitado ao Governo depois de uma análise de órgão competente, deve ter validade de um ano, mas pode ser renovado.  O objetivo é incentivar e prestigiar as empresas que contribuem para preservação do meio ambiente com práticas de sustentabilidade. A logística reversa é o reaproveitamento dos resíduos de uma empresa pela própria empresa ou para qualquer outro ciclo produtivo que tenha uma destinação final adequada do material coletado.

Já o projeto que cria um circuito de cicloturismo na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), conhecida como Alto Iguaçu, foi aprovado em redação final. A proposta, que é de autoria dos deputados Delegado Recalcatti (PSD), Galo (PODE) e Goura (PDT), prevê o fomento ao turismo por meio da bicicleta nos 29 municípios que compõem a Região. Pelo projeto, os municípios se responsabilizam pela infraestrutura do Circuito, como disponibilizar locais para alimentação e hidratação, cuidado e mapeamento dos pontos turísticos, hospedagem  e atrativos naturais, enquanto o Estado fica responsável por definir o traçado e a sinalização das vias.

Hussein Bakri reforça que iniciativas como estas demonstram que o Paraná avança em boas práticas ambientais e de mobilidade urbana e regional.

(Sonora)

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