Por meio de requerimento aprovado ontem (21) ao final da sessão plenária da Assembleia Legislativa, o deputado Douglas Fabrício (PPS) solicitou à secretária de Estado da Família e Desenvolvimento Social, Fernanda Richa, informações detalhadas sobre o balanço financeiro do Programa do Voluntariado Paranaense – Provopar, dos anos de 2003 até 2010. O pedido indaga sobre as receitas oriundas de fontes como a Receita Federal, com a comercialização de produtos apreendidos; da Copel, pela campanha “Fome Zero”; do Projeto “Arte Nossa”, com percentuais arrecadados com a venda de artesanato nas lojas Arte Nossa Provopar; e dos montantes arrecadados com a venda de material reciclável, como lixo, plástico, alumínio e outros.
Douglas Fabrício cobra ainda prestação de contas sobre os recursos do Provopar oriundos de fontes como o Detran, com o produto de doações pela escolha de números de placas dos automóveis; venda de produtos sem utilidade ou substituídos nas secretarias estaduais e empresas, também doados à entidade; e sobre valores reunidos a partir de campanhas em parceria com a sociedade civil, como campanhas do agasalho ou de arrecadação de alimentos.
O deputado quer saber também quais foram as despesas do Provopar desde o ano de 2003, pois, segundo frisa, não há informações claras sobre os programas e ações que viabilizam a sua sustentação. Para Douglas Fabrício é importante que se saiba quais foram os programas, as ações e campanhas desenvolvidas pelo Provopar nos últimos anos, bem como quais foram os seus respectivos suportes financeiros.
Douglas Fabrício cobra ainda prestação de contas sobre os recursos do Provopar oriundos de fontes como o Detran, com o produto de doações pela escolha de números de placas dos automóveis; venda de produtos sem utilidade ou substituídos nas secretarias estaduais e empresas, também doados à entidade; e sobre valores reunidos a partir de campanhas em parceria com a sociedade civil, como campanhas do agasalho ou de arrecadação de alimentos.
O deputado quer saber também quais foram as despesas do Provopar desde o ano de 2003, pois, segundo frisa, não há informações claras sobre os programas e ações que viabilizam a sua sustentação. Para Douglas Fabrício é importante que se saiba quais foram os programas, as ações e campanhas desenvolvidas pelo Provopar nos últimos anos, bem como quais foram os seus respectivos suportes financeiros.