
Créditos: Jaime Santorsula Martins: (41)3350-4359
Na manhã desta terça-feira (22) representantes da Fundação Getúlio Vargas (FGV) se reuniram com o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), e com o 1º secretário, deputado Plauto Miró (DEM), e apresentaram o projeto elaborado para a reestruturação administrativa da Casa.
Segundo o superintendente da FGV no Paraná, Norman de Paula Arruda Filho, a proposta foi elaborada sobre três pilares. O primeiro seria uma remodelação na estrutura organizacional da Assembleia. Essa etapa serviria para tornar o Poder Legislativo totalmente transparente e assim mostrar à sociedade o que está sendo feito.
O segundo pilar seria um modelo de gestão para determinadas áreas e diretorias da Assembleia. Grupos de trabalhos seriam criados para eleger os projetos que seriam implantados. Com essa estruturação todo o sistema da Casa será centralizado e interligado em suas ações.
A terceira medida seria um programa de capacitação dos servidores. Serviria para atuar na motivação dos profissionais bem como no aperfeiçoamento técnico deles. “São mecanismos para estruturar a Casa e com isso dar suporte ao trabalho dos deputados. Na medida em que houver um suporte técnico e administrativo para os deputados, a Assembleia terá condições de exercer o seu papel”, disse Arruda Filho.
O presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossoni, destacou que são essas as medidas que precisam ser tomadas na Assembleia para que ela se torne mais produtiva e também acessível para toda a sociedade. “Ainda precisamos de mais um tempo para botar a Casa em ordem, para depois a FGV colocar em prática esse planejamento. Acredito que no início de abril essas ações sairão do papel. Ainda temos dificuldades de informações e não teríamos condições de passar para os técnicos da FGV todo o material necessário”, afirmou Rossoni.
O presidente e o 1º secretário pediram um prazo para analisar mais detalhadamente a proposta apresentada. A decisão de contratar ou não a FGV deverá ser tomada até o final deste mês. A previsão da FGV é a de que os trabalhos possam ser executados em um prazo de seis a oito meses.
Segundo o superintendente da FGV no Paraná, Norman de Paula Arruda Filho, a proposta foi elaborada sobre três pilares. O primeiro seria uma remodelação na estrutura organizacional da Assembleia. Essa etapa serviria para tornar o Poder Legislativo totalmente transparente e assim mostrar à sociedade o que está sendo feito.
O segundo pilar seria um modelo de gestão para determinadas áreas e diretorias da Assembleia. Grupos de trabalhos seriam criados para eleger os projetos que seriam implantados. Com essa estruturação todo o sistema da Casa será centralizado e interligado em suas ações.
A terceira medida seria um programa de capacitação dos servidores. Serviria para atuar na motivação dos profissionais bem como no aperfeiçoamento técnico deles. “São mecanismos para estruturar a Casa e com isso dar suporte ao trabalho dos deputados. Na medida em que houver um suporte técnico e administrativo para os deputados, a Assembleia terá condições de exercer o seu papel”, disse Arruda Filho.
O presidente da Assembleia, deputado Valdir Rossoni, destacou que são essas as medidas que precisam ser tomadas na Assembleia para que ela se torne mais produtiva e também acessível para toda a sociedade. “Ainda precisamos de mais um tempo para botar a Casa em ordem, para depois a FGV colocar em prática esse planejamento. Acredito que no início de abril essas ações sairão do papel. Ainda temos dificuldades de informações e não teríamos condições de passar para os técnicos da FGV todo o material necessário”, afirmou Rossoni.
O presidente e o 1º secretário pediram um prazo para analisar mais detalhadamente a proposta apresentada. A decisão de contratar ou não a FGV deverá ser tomada até o final deste mês. A previsão da FGV é a de que os trabalhos possam ser executados em um prazo de seis a oito meses.