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Assembleia aprova projeto que incentiva o uso de giz antialérgico nas escolas

Proposta foi aprovada em redação final, última etapa do processo legislativo em Plenário. Com isso, matéria segue para sanção do Executivo.

18h05
por Kharina Guimarães
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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Sessão Plenária 14/03/2016 Foto: Pedro de Oliveira/Alep


A redação final do projeto de lei nº 580/2015, de autoria do deputado Gilberto Ribeiro (PRB), também foi aprovada na sessão plenária desta segunda-feira (14), na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep). A proposta prevê que todas as instituições de ensino do Paraná incentivem e promovam o uso de giz antialérgico em salas de aula. A medida tem como objetivo tornar público os benefícios do produto à saúde de professores e outros profissionais que tem o giz como material de trabalho. “Incentivando o Poder Executivo a tomar essa medida estamos cuidando da saúde dos nossos professores”, ressaltou o deputado.

O giz antialérgico é revestido por uma camada de plástico e dessa forma protege as mãos e evita que seu pó se espalhe. O produto também é considerado mais macio e com melhor rendimento quando comparado ao giz convencional. As instituições terão 90 dias para colocarem a nova regra em prática.  O texto agora segue para sanção ou veto do Poder Executivo.

Isenção fiscal – O projeto que assegura a emissão de laudo médico para concessão de isenção fiscal a pessoas que passaram pela cirurgia de retirada da mama e que necessitem de veículo com direção hidráulica ou câmbio automático, voltou a Plenário nesta segunda-feira, em segunda discussão, com uma emenda modificativa proposta pela Comissão de Finanças.

A mudança no texto original inclui no parágrafo único do artigo 1º o Código Internacional de Doenças (CID 50) e o termo “remoção de gânglios”. A inclusão do CID e do termo nos laudos foi sugestão da Secretaria de Estado da Saúde para beneficiar quem de fato é portador de neoplasia (tumor) e com maior probabilidade de desenvolver impotência funcional dos membros superiores.

“No mérito o projeto não é modificado e assegura o direito de quem sofreu mastectomia integral ou parcial de ter a isenção do ICMS. Nós queremos que se respeite o decreto do governo, no qual com laudo do médico especialista tenham a isenção fiscal”, afirmou o autor do projeto, deputado Bernardo Ribas Carli (PSDB).

A emenda e a segunda discussão do projeto de lei nº 463/2015 receberam 46 votos favoráveis. A proposta assegura a pessoas mastectomizadas o direito de obter laudo médico emitido por órgão do Estado que indique a necessidade de veículo com direção hidráulica e/ou câmbio automático, independente do grau de limitação motora.

O documento é exigência para que pessoas que passaram pela cirurgia de retirada da mama garantam o direito a isenção de ICMS, IPI e IOF na compra de veículos.

 

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