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Assembleia faz sessão especial para comemorar os 200 anos da Festa de Nossa Senhora do Rocio
Sandra C. Pacheco
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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Por iniciativa do deputado Alceu Maron Filho (PSDB) a Assembleia Legislativa realizou sessão especial na tarde desta segunda-feira (12), em comemoração aos 200 anos da Festa da Padroeira do Paraná, Nossa Senhora do Rocio, realizada em Paranaguá. Maron justifica que se trata de uma festa importante para a Diocese daquela cidade e para o grande número de fiéis e peregrinos que vão ao santuário anualmente buscando a proteção da Virgem Maria “e agradecendo a benção de Deus e dos benefícios que Ele traz”.
A sessão foi aberta pelo presidente da Mesa Executiva, deputado Valdir Rossoni (PSDB), e contou com uma benção especial do arcebispo metropolitano de Curitiba D. Moacir Vitti. Participaram do ato o arcebispo emérito da Arquidiocese de Curitiba D. Pedro Fedalto, a secretária da Família e Promoção Social Fernanda Richa, o reitor do Santuário Estadual Nossa Senhora do Rocio, padre Sérgio Campos, os deputados Alceu Maron Filho (PSDB) e Anibelli Neto (PMDB), entre outras autoridades.
História - O culto à Virgem teve início em meados do século XVII, pouco depois da elevação da Vila de Paranaguá, e aumentou após a década de 1680, quando o povoado foi assolado pela peste. Os fiéis invocaram a Santa para que livrasse o vilarejo das provações, o que efetivamente ocorreu e acabou sendo creditado à intervenção da padroeira. Um templo foi então erguido em frente à Baía de Paranaguá, próximo à praia onde a imagem fora encontrada por pescadores. Em 1977 o papa Paulo VI declarou Nossa Senhora do Rocio a Padroeira do estado. Ao longo do tempo as cerimônias de adoração ocorreram em épocas distintas, até que se fixasse a data de 15 de novembro para o culto.
O provincial dos redentoristas, padre Joaquim Parron, observa que a construção do santuário, no Bairro Rocio, inaugurado em 1920, em substituição à primeira igreja oficial, foi acompanhada por pessoas que receberam graças especiais de cura. Se a devoção ficou um tanto estagnada nas décadas de 1960 e 1970, voltou a crescer com o bispo Dom Alfredo Novak, que deu grande realce à festa e à peregrinação da imagem em várias partes do Paraná, culminando com a revitalização dos prédios do entorno do santuário, o Centro de Apoio, o Centro Pastoral e outros atualmente em construção.
Ainda segundo o padre Parron, a devoção experimenta nova fase de expansão através do programa radiofônico do padre Sérgio Campos, que usa essa mídia com o fim de conquistar novos devotos: “Percebemos que a Festa do Rocio vem crescendo com grande intensidade nos últimos anos. Temos recebido romeiros não apenas do Litoral, mas de todo o Paraná e até de outros estados brasileiros”, completa.
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A sessão foi aberta pelo presidente da Mesa Executiva, deputado Valdir Rossoni (PSDB), e contou com uma benção especial do arcebispo metropolitano de Curitiba D. Moacir Vitti. Participaram do ato o arcebispo emérito da Arquidiocese de Curitiba D. Pedro Fedalto, a secretária da Família e Promoção Social Fernanda Richa, o reitor do Santuário Estadual Nossa Senhora do Rocio, padre Sérgio Campos, os deputados Alceu Maron Filho (PSDB) e Anibelli Neto (PMDB), entre outras autoridades.
História - O culto à Virgem teve início em meados do século XVII, pouco depois da elevação da Vila de Paranaguá, e aumentou após a década de 1680, quando o povoado foi assolado pela peste. Os fiéis invocaram a Santa para que livrasse o vilarejo das provações, o que efetivamente ocorreu e acabou sendo creditado à intervenção da padroeira. Um templo foi então erguido em frente à Baía de Paranaguá, próximo à praia onde a imagem fora encontrada por pescadores. Em 1977 o papa Paulo VI declarou Nossa Senhora do Rocio a Padroeira do estado. Ao longo do tempo as cerimônias de adoração ocorreram em épocas distintas, até que se fixasse a data de 15 de novembro para o culto.
O provincial dos redentoristas, padre Joaquim Parron, observa que a construção do santuário, no Bairro Rocio, inaugurado em 1920, em substituição à primeira igreja oficial, foi acompanhada por pessoas que receberam graças especiais de cura. Se a devoção ficou um tanto estagnada nas décadas de 1960 e 1970, voltou a crescer com o bispo Dom Alfredo Novak, que deu grande realce à festa e à peregrinação da imagem em várias partes do Paraná, culminando com a revitalização dos prédios do entorno do santuário, o Centro de Apoio, o Centro Pastoral e outros atualmente em construção.
Ainda segundo o padre Parron, a devoção experimenta nova fase de expansão através do programa radiofônico do padre Sérgio Campos, que usa essa mídia com o fim de conquistar novos devotos: “Percebemos que a Festa do Rocio vem crescendo com grande intensidade nos últimos anos. Temos recebido romeiros não apenas do Litoral, mas de todo o Paraná e até de outros estados brasileiros”, completa.
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