NOTÍCIA
Notícia
Destaque
Assessoria de Imprensa da Alep
16h28
por Adriana Ribeiro – 41 3350-4188
3 min de leitura
850 visualizações
Os deputados aprovaram nesta segunda-feira (16), em primeira discussão, o Projeto de Lei n.º 141/09, que institui a Campanha de Prevenção à Síndrome Alcoólica Fetal, a ser desenvolvida em todo o Paraná. O objetivo é divulgar os prejuízos que o álcool provoca ao feto durante a gestação. De autoria do deputado Dr. Batista (PMN), a proposta determina que a divulgação das informações seja feita através de propagandas na televisão, jornais e revistas. Ainda, segundo o projeto, as campanhas deverão ter dotações orçamentárias próprias. A proposição recebeu pareceres favoráveis das comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e de Saúde (CS).“A ingestão de bebida alcoólica durante a gestão é muito prejudicial à mãe. No entanto, pouco se fala dos problemas que o álcool pode trazer ao feto. Ocorre que o álcool é uma substância que não é retida pela placenta, o que faz com que o fígado em formação do bebê, absorva toda a quantidade enviada a ele”, explica Dr. Bastista. De acordo com o deputado, que também é médico, uma vez absorvido, o fígado leva mais tempo do que o normal para ser metabolizado, o que faz com que o álcool permaneça mais tempo no organismo da criança. Entre os riscos provocados pela ingestão do álcool está o aborto espontâneo e o parto prematuro. Já a criança poderá apresentar problemas de comportamento, deficiência no crescimento, retardo mental, rosto desfigurado, baixo peso, além de sintomas invisíveis e danos neurológicos permanentes que se manifestam com o tempo. As alterações na formação do feto são chamadas de Síndrome Alcoólica Fetal (SAF).Um relatório do Instituto de Medicina dos Estados Unidos mostrou que, assim como a heroína, a cocaína e a maconha, o álcool produz os mais sérios efeitos neurocomportamentais no feto. Segundo o parlamentar, a grande preocupação é com os quadros em que graves lesões não são observadas. “Nestes casos, os problemas serão diagnosticados com o crescimento natural e a chegada da idade escolar com as exigências mais complexas, onde são encontradas imaturidade cerebral e distúrbios cognitivos”, diz. Alguns autores, diz Dr. Batista, afirmam que o álcool seria uma das principais causas de déficit neurocognitivo nas crianças em idade escolar, caracterizado pelo déficit de atenção e distúrbio de conduta como a ansiedade e resistência a absorver regras sociais.
Notícias Relacionadas
12:12
Deputado Marcelo Rangel (PSD) celebra aprovação do plano de carreira dos policiais penais do Paraná
O parlamentar foi o relator do projeto que promove o reenquadramento dos servidores, além de atualizar a tabela de salários para ingresso na carreira, e que tramitou em regime de urgência na ALEP.
Leia mais
10:01
Assembleia aprova projeto que institui Rota do Antigomobilismo no Paraná
Proposta de autoria do deputado Delegado Tito Barichello (PL) busca fomentar o turismo e preservar a cultura automotiva no Estado.
Leia mais
09:34
Assembleia Legislativa realiza audiência pública para debater impactos da deriva de agrotóxicos no Paraná
Evento discutirá o projeto de lei 116/2021, que estabelece regras para a aplicação de agrotóxicos no Estado.
Leia mais
09:02
Filas de espera e mortalidade materno-infantil recuam na Saúde do Paraná, avalia deputada Secretária Márcia Huçulak (PSD)
Parlamentar, que é líder do Bloco da Saúde, analisa prestação de contas (RDQA) da Sesa.
Leia mais