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Deputado Douglas Fabrício
13h30
por Valdir Bonete / 41 33504066 / www.douglasfabricio.com.br
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A manutenção da aliança política das duas últimas eleições, com PSDB, Democratas, PSB, PRP e, possivelmente PDT, foi defendida pelo Partido Popular Socialista (PPS), durante convenção que no sábado (20) reelegeu por aclamação do atual presidente Rubens Bueno. O evento, realizado em Curitiba, contou com cerca de 400 lideranças de todo o Estado, entre elas uma numerosa comitiva da região de Campo Mourão, liderada pelo deputado estadual Douglas Fabricio, que é o coordenador regional da sigla.A convenção também foi prestigiada pelo presidente nacional do PPS, Roberto Freire, pelo presidente estadual do PSDB, deputado Valdir Rossoni, o presidente do Democratas, deputado federal Abelardo Lupion, o ex-governador Mario Pereira, além dos deputados estaduais do PPS. “Noventa por cento de nossos delegados falaram pela manutenção dessa aliança. E isso, agora, é uma responsabilidade de todos os partidos. É legítimo que se postule candidaturas, mas dentro do grupo, sem forçar uma situação de conflito por A ou por B", disse o presidente reeleito, Rubens Bueno.Para ilustrar a necessidade de mudança, o deputado Douglas Fabrício citou levantamento realizado pelo vereador Sidney Jardim, de Campo Mourão, mostrando que a reforma fiscal implantada pelo governo do Estado retira, apenas dos municípios da região, R$ 12 milhões por ano. “O mesmo governo que está distribuindo ônibus de presente para os deputados e para os prefeitos, com aumento do ICMS de cinco itens, retira R$ 12 milhões da região que represento. Esse tipo de coisa tem que acabar e vai acabar mudando o pensamento dos políticos. O PPS tem contribuído muito para isso e é meu dever também como deputado eleito pelo povo com o apoio do partido, defender o partido e aquilo que o povo pensa”, enfatizou o deputado. Ao comentar sobre a política nacional, o presidente Roberto Freire lamentou o que chamou de antecipação exagerada da campanha eleitoral, forçada pela presidência da República. “O PPS havia adiado os congressos justamente para realizá-los em ano não-eleitoral, para poder discutir política de fato. Mas, com a antecipação, a oposição não podia permitir que o governo ocupasse sozinho o espaço”, justificou.
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