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Ex-procuradores da APPA serão ouvidos na CPI dos Portos
Luiz Alberto Pena, com informações da assessoria do dep. Douglas Fabrício
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4049/4188
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Os deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga irregularidades nos portos paranaenses ouvem nesta terça e quarta-feira (25 e 26), na Assembleia Legislativa, cinco ex-procuradores jurídicos da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA): Alaor Ribeiro dos Reis, Eduardo Ramos Caron Tesserolli, Stella Maris Figueiredo Bittencourt, Benedito Nicolau dos Santos e Maurício Vítor de Souza. Eles ocuparam o cargo de procurador da APPA durante os oito anos do governo passado. As sessões terão início às 10 horas, na sala das Comissões do Legislativo.
Durante depoimento à CPI, na semana passada, o atual chefe do setor, Maurício Ferrante, disse que processos e arquivos com cópias de contratos, aditivos, petições e licitações feitas pela APPA durante o governo passado desapareceram. Ele afirmou ainda que naquele período a autarquia teve uma administração deficiente e sem controle.
De acordo com o presidente da CPI, deputado Douglas Fabrício (PPS), outro tema que será discutido durante os depoimentos é o valor e o volume de ações trabalhistas. Atualmente a APPA conta com 680 funcionários e tem receita anual de aproximadamente R$ 186 milhões, mas responde na justiça por três mil ações que juntas somam cerca de R$ 700 milhões. “Eles tinham cargo de chefia e responsabilidade de fazer a defesa jurídica do porto. Por isso precisam nos ajudar a entender como a dívida trabalhista do porto chegou a esse valor absurdo e quais as medidas que adotaram para evitar o problema”, explicou.
Durante depoimento à CPI, na semana passada, o atual chefe do setor, Maurício Ferrante, disse que processos e arquivos com cópias de contratos, aditivos, petições e licitações feitas pela APPA durante o governo passado desapareceram. Ele afirmou ainda que naquele período a autarquia teve uma administração deficiente e sem controle.
De acordo com o presidente da CPI, deputado Douglas Fabrício (PPS), outro tema que será discutido durante os depoimentos é o valor e o volume de ações trabalhistas. Atualmente a APPA conta com 680 funcionários e tem receita anual de aproximadamente R$ 186 milhões, mas responde na justiça por três mil ações que juntas somam cerca de R$ 700 milhões. “Eles tinham cargo de chefia e responsabilidade de fazer a defesa jurídica do porto. Por isso precisam nos ajudar a entender como a dívida trabalhista do porto chegou a esse valor absurdo e quais as medidas que adotaram para evitar o problema”, explicou.
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