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Strapasson Quer Igualdade No Atendimento do Sus
MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DO DEPUTADO EDSON STRAPASSON/ Assessoria de Imprensa / Vilmar Junior / (41) 3350-4073
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“Não é justo que o cidadão da Região Metropolitana seja discriminado, tratado de forma diferente”, esse é o pensamento do deputado estadual Edson Strapasson (PMDB) quanto à forma que são distribuídos os procedimentos médicos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS), entre Curitiba e a Região Metropolitana. O parlamentar recebeu informações sobre a existência de duas filas para atendimento através do SUS nos hospitais da capital paranaense. Segundo informações encaminhadas para Strapasson, um mesmo procedimento médico tem prazo de atendimento diferenciado, de acordo com o local de residência do cidadão. Quem mora em Curitiba é atendido até três vezes mais rápido que um morador da RMC. O problema é que 70% das vagas em hospitais sediados em Curitiba são reservados para o morador da capital paranaense. Enquanto que o morador da RMC tem reservado 30% das vagas, que também podem ser ocupadas por moradores de outras regiões do estado. Strapasson vai organizar uma cruzada, mobilizando prefeitos, vereadores e lideranças regionais da RMC, bem como a secretaria estadual de Saúde e a Assembléia Legislativa (AL), para cobrar uma mudança na maneira que é feita à gestão do SUS. O parlamentar vai propor uma audiência pública na Comissão de Saúde da AL, mobilizando todos os seguimentos da sociedade. Para o deputado Strapasson, que é o representante da RMC na Assembléia Legislativa, trata-se de um problema muito grave. “Precisamos repensar o SUS, especialmente naquilo que se refere à metrópole. Sei que Curitiba é gestão plena, mas nós temos que pensar que ela é também construída pelo cidadão metropolitano. E não podemos discriminar dessa forma, diferenciando o cidadão curitibano do cidadão metropolitano, pois Curitiba é metropolitana, faz parte da RMC. A nossa metrópole é Curitiba, portanto, não dá para admitir duas filas”, disse. O parlamentar está indignado com a situação e vai lutar para mudá-la. “Uma fila para quem mora em Curitiba e outra para quem mora nos municípios da RMC não é admissível. Quero ver um modelo único, ou seja, que atenda igualmente o cidadão metropolitano, tanto morando em Curitiba, quanto morando em dos 26 municípios que compõem a RMC. Sempre atendendo da mesma maneira e com o mesmo critério”, finalizou Strapasson.
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