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Aplicativo ‘Salve Maria’ já está disponível no Paraná para proteção de mulheres com medidas protetivas

Ferramenta está prevista em lei de autoria da deputada Cantora Mara Lima (Republicanos) e reforça o enfrentamento à violência.

A iniciativa surgiu da Lei Salve Maria, de autoria da deputada Cantora Mara Lima (Republicanos), e integra o Código da Mulher Paranaense.
A iniciativa surgiu da Lei Salve Maria, de autoria da deputada Cantora Mara Lima (Republicanos), e integra o Código da Mulher Paranaense. Créditos: Divulgação/Assessoria Parlamentar

Começam a ser implantadas no Paraná as novas ferramentas lançadas pelo Governo do Estado para o enfrentamento da violência contra a mulher. Uma das novidades é o aplicativo “Salve Maria”, desenvolvido para ampliar a proteção de vítimas com medidas protetivas de urgência. A iniciativa surgiu da Lei Salve Maria, de autoria da deputada cantora Mara Lima (Republicanos), e integra o Código da Mulher Paranaense.

A ferramenta permite o acionamento imediato da Polícia Militar por meio de um botão de emergência, enviando automaticamente a localização da usuária às equipes de segurança. “A implantação do aplicativo Salve Maria é um avanço muito esperado pela nossa Comissão da Mulher. A medida utiliza a tecnologia como aliada na preservação da vida e no enfrentamento à violência”, afirmou a deputada cantora Mara Lima, presidente da comissão. O sistema também conta com geolocalização em tempo real e canal direto de comunicação com os operadores, possibilitando o envio de mensagens de texto e áudios durante situações de risco.

Além do aplicativo Salve Maria, o Programa de Monitoração Eletrônica Simultânea (MES) está sendo expandido para os municípios de Foz do Iguaçu e São José dos Pinhais. O programa utiliza tornozeleiras eletrônicas em agressores e dispositivos móveis para as vítimas, permitindo o acompanhamento em tempo real e o envio de alertas em caso de descumprimento das medidas judiciais.

O monitoramento eletrônico é aplicado em casos considerados de maior gravidade, quando há risco à integridade da vítima. Nessas situações, eventuais violações dos limites estabelecidos pela Justiça são identificadas em tempo real, permitindo resposta imediata das forças de segurança.

As ações envolvem a integração entre diferentes órgãos, como Polícia Militar, Polícia Civil, Polícia Penal, Poder Judiciário e Ministério Público, consolidando uma estratégia conjunta de prevenção e combate à violência de gênero no Estado.

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