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Audiência Pública Debate Segurança Privada
Assessoria de Imprensa: 41 3350-4250 - 9621-2141 / MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DO DEPUTADO PÉRICLES DE MELLO
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Por proposição do deputado estadual Péricles de Mello (PT), a Assembléia Legislativa do Paraná promove na próxima quarta-feira, dia 7, uma audiência pública para debater a segurança privada e a atuação de empresas clandestinas de vigilância patrimonial no Estado. A audiência, organizada em parceria com Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região (SindVigilantes), será realizada no plenarinho da Assembléia a partir das 8h30 até as 12 horas. O evento terá a participação dos sindicatos que representam o setor, SindVigilantes e das Empresas de Segurança Privada (Sidesp). Também foram convidados o Ministério do Trabalho e do Ministério Público do Trabalho; a Delegacia de Controle da Segurança Privada da Polícia Federal; a Secretaria de Segurança Pública, a Comissão de Segurança Pública da Assembléia e o Ministério Público Estadual. DebateEm discurso na tribuna da Assembléia, Péricles levantou a discussão sobre a atuação de empresas clandestinas de vigilância no Paraná e defendeu uma fiscalização mais rigorosa da Polícia Federal (PF) no combate a esse tipo de prestação de serviço à população. O deputado citou o envolvimento de empresas do setor, que resultaram, recentemente, em tortura e morte de um adolescente de 19 anos, por vigias de uma empresa de segurança legalizada; e em outro caso, a morte de um rapaz de 24 anos, por funcionários de empresa clandestina, ambos em Curitiba.Também lembrou que, de acordo com o Sindicato da categoria, vigilantes de empresas clandestinas participaram do ataque recente a 150 pessoas da Vila Campesina que acampavam na fazenda Syngenta, em Santa Tereza do Oeste, causando a morte de um militante do Movimento Sem Terra. “O objetivo é reunir propostas dos setores organizados e discutir com a categoria dos vigilantes soluções para diminuir o número de empresas de segurança privada que estão ilegais”, defende Péricles. ParâmetroSegundo dados do SindVigilantes, aproximadamente 150 empresas irregulares, sem registro na PF, atuam em Curitiba e Região Metropolitana. A estimativa é de que 300 empresas trabalham na clandestinidade em todo Paraná, enquanto apenas 68 são legalizadas. No estado, a estimativa é de 45 mil vigilantes em situação ilegal para 18 mil trabalhadores capacitados no setor.
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