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Deputado élio Rusch (dem)
17h48
por Josiliano de Mello Murbach / 41 3244-2330
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O deputado estadual Élio Rusch voltou a defender a paz no campo através de um projeto de Reforma Agrária que respeite o direito dos proprietários e ao mesmo tempo permita o atendimento das necessidades dos verdadeiros trabalhadores rurais sem-terra. Rusch defende que “a Reforma Agrária seja feita dentro da lei. Para isso é necessário que o Governo do Estado assuma a responsabilidade, faça o cadastramento dos agricultores, as desapropriações de terras, assente as pessoas que realmente tem vocação e depois continue prestando assistência e orientação aos produtores”. Élio Rusch considera que “o trabalho na agropecuária é para gente vocacionada e não para pessoas que são arregimentadas nas cidades para engrossar os acampamentos do MST. Aliás, no caso da fazenda Syngenta isto ficou evidente, já que em função do confronto morreram dois trabalhadores, um segurança da propriedade e um funcionário da Fundação da UFPR(Funpar) que se intitulava líder sem-terra”. O parlamentar também observou que uma série de entidades, entre elas o Sindicato Rural Patronal de Cascavel, a Sociedade Rural do Oeste, a ACIC e o CDL estão preparando uma manifestação para o próximo dia 16, a partir das 13:30. É a Marcha Pelo Cumprimento da Lei, da Ordem e pela Paz no Campo. PARCIALIDADE Segundo Elio Rusch “as entidades citadas estiveram reunidas com o Tenente Coronel Borges, da Polícia Militar no dia 8 de maio e fizeram questão de demonstrar sua indignação com o tratamento parcial que é dado aos proprietários. Eles notam que esta postura amplia a insegurança e a apreensão dos produtores. Eles também se propuseram a negociar com os movimentos de trabalhadores, as entidades sociais, judiciais e governamentais a fim de que se estabeleçam condições de convivência pacífica no campo”. Rusch entende que “é preciso dar ouvidos aos dois lados, ouvir quem precisa de terra e quem já produz e evitar o confronto. Nós condenamos a violência, inclusive aquela praticada quando se invade uma propriedade privada produtiva, impedindo as pessoas de exercer seu direito de propriedade, depredando instalações, ou mesmo intimidando pessoas com foices, machados, facões que são instrumentos de trabalho, mas que podem facilmente virar armas mortais. Assim, continuaremos pregando, junto com o nosso partido, uma reforma agrária feita de forma pacífica, que respeite as leis”.
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