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Deputado Luiz Eduardo Cheida (pmdb)
17h35
por Ceres Battistelli / 41 3350-4088 - 9162-4740 / www.cheida.com.br
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O deputado apresentou, nesta terça-feira (22) requerimentos que serão enviados à Prefeitura de Londrina e ao governo do Estado, sugerindo a fixação de cartazes ou placas explicando que o serviço é opcional e não obrigatório e serve apenas para prolongar o tempo de exposição do cadáver. Ao Governo do Estado caberá informar sobre a existência e regulamentação do serviço de tanatopraxia (procedimento para manter a aparência do cadáver) no Paraná. O presidente da Comissão Ecologia e Meio Ambiente da Assembléia Legislativa, Luiz Eduardo Cheida (PMDB), apresentou nesta terça-feira (22) requerimentos que serão enviados ao prefeito de Londrina, Nedson Micheletti e ao governo do Estado sugerindo medidas para acabar com a exploração ilegal de serviços de tanatopraxia – procedimento para manter a aparência do cadáver. A Administração de Cemitérios e Serviços Funerários de Londrina (Acesf), está sendo investigada pelo Grupo de Autuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) por forçar a aquisição do procedimento.No documento, Cheida sugere que a prefeitura fixe cartazes ou placas explicando que o serviço é opcional e não obrigatório e serve apenas para prolongar o tempo de exposição do cadáver. Além disso, o deputado está solicitando ao governo informações sobre a existência e regulamentação do serviço de tanatopraxia no Paraná."Precisamos saber se há controle ou registro destes serviços, onde estão localizados. É necessário saber ainda em casos como este, se há fiscalização da vigilância sanitária em relação a disposição de resíduos e quais as condições de higiene a que são submetidos os profissionais que atuam nessa área", declarou Cheida. De acordo com as denúncias feitas na última semana em Londrina, as irregularidades na autarquia municipal envolvem empresas privadas e servidores da própria instituição, que forçam a aquisição de serviços de tanatopraxia se aproveitando da fragilidade dos familiares. "Uma arapuca para pegar pessoas desavisadas, fragilizadas e na maioria das vezes de baixa renda. É uma prova de que a ganância não tem fim neste país", finalizou o deputado Cheida.
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