Deputados aprovam em redação final projetos de reestruturação de fundos do Governo
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Passou em redação final, na sessão plenária desta quarta-feira (30), o projeto do Governo que prevê a reformulação de órgãos públicos e fundos da administração pública estadual. Pela proposta, além da extinção de outros fundos, como o de Preservação Ambiental da Região Metropolitana de Curitiba e o de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, também será extinto o Instituto de Florestas do Paraná e suas atribuições serão vinculadas ao Instituto de Terras e Cartografia (ITCG), cuja organização interna terá uma diretoria exclusiva para cuidar de questões referentes ao Instituto de Florestas. O projeto prevê também que os direitos dos funcionários celetistas serão mantidos e que eles passam a integrar um quadro especial no ITCG.
O projeto recebeu emendas durante a tramitação e entre as que foram acatadas estão a que limita ao chefe do Poder Executivo a indicação dos cargos de superintendente, diretor técnico-administrativo e financeiro, procurador jurídico e auditor; e a que mantém como instrumento patrimonial e contábil o Fundo de Atendimento à Saúde dos Policiais Militares do Paraná.
Segundo o Governo, as reestruturações são para gerar economia de custos e para modernizar e tornar a administração pública mais eficiente.
Também foi aprovado em última votação, outro projeto do Governo, mas o que pedia autorização da Assembleia para a construção de 18 empreendimentos hidrelétricos de geração de energia no estado, além do que autoriza a venda e o consumo de cerveja e chope nas arenas desportivas e estádios do Paraná.
Foi aprovado em segunda votação o projeto dos deputados Rasca Rodrigues (PV) e Anibelli Neto (PMDB), que regulamenta a atividade de turismo rural na Rota dos Tropeiros e em terceiro turno, o que proíbe a prática comercial da renovação automática de contratos de prestação de serviços por assinatura, como os de TV a cabo, de acesso à internet, linha telefônica, fornecimento de publicações periódicas, entre outros. O autor da proposta é o deputado Gilson de Souza (PSC). Ele afirma que as empresas deverão utilizar meios de comunicação para informar os consumidores com antecedência, sobre o término do contrato ainda em vigor.
Também em terceira discussão, passaram os projetos de lei do deputado Felipe Francischini (SD), que cria regras para a verificação da segurança em barragens e depósitos tóxicos; e o do deputado Tião Medeiros (PTB), que cria o Estatuto Estadual para o Exercício da Democracia Participativa, regulamentando a realização de plebiscitos, referendos e a apresentação de projetos de lei de iniciativa popular no estado.
Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro.
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