NOTÍCIA
Notícia
Destaque
Deputados Estão Indignados Com Secretário de Segurança
10h08
por Sonia Maschke / Jaime Santorsula Martins / 41 3350-4193 / MATÉRIA DE RESPONSABILIDADE DO GABINETE DA LIDERANÇA DA OPOSIÇÃO
3 min de leitura
785 visualizações
“Enquanto Curitiba e o Paraná mergulham numa orgia de violência nunca vista, o secretário de Segurança Luiz Fernando Delazari dá novas demonstrações de prepotência ao ignorar a população e seus representantes, que são os deputados, que desejam ouvi-lo”. A declaração é do deputado Valdir Rossoni (PSDB), líder da Oposição na Assembléia, ao relatar a indignação dos deputados oposicionistas com o anúncio, feito na Comissão de Constituição e Justiça, que o secretário virá a Assembléia “no decorrer de abril”.“O secretário lança mão da maioria governista na Assembléia para se furtar a prestar contas à população sobre os assustadores índices de violência no Paraná”, disse Rossoni. “Estamos há 60 dias discutindo se ele será convidado ou convocado. E agora ele diz que vem no mês de abril, sem sequer determinar a data. Esta Casa tem que se impor como poder e não demonstração alguma de respeito. Não há outra alternativa senão a convocação diante da gravidade da situação da segurança no estado”, concluiu Rossoni.JornaisO deputado Marcelo Rangel (PPS) mostrou durante a sessão plenária manchetes de jornais de várias regiões do Paraná para comprovar que a falta de segurança não é uma questão isolada.O deputado relatou um protesto programado para acontecer no bairro Prado Velho, em Curitiba, e que foi impedido por traficantes. “O protesto foi cancelado após ameaças dos traficantes. Os moradores da região reclamam que o número de policiais é insuficiente e que os bandidos atuam livremente na região. Os bandidos assumiram o controle mesmo. Cadê a polícia nesse estado?”, questionou.“Esse governo diz que tudo está perfeito, não toma uma atitude firme. Se continuar assim, onde é que esse governo vai parar?”, cobrou.O deputado acredita ainda que o problema maior de toda a situação é o tráfico de drogas. “O tráfico está em toda a parte e a maioria dos casos de violência acontece por causa das drogas. É o traficante que tira a vida do usuário porque ele não pagou, ou o usuário que mata um pai de família para roubar e comprar mais drogas. O governo precisa com urgência contratar novos policiais”.Insegurança também no interiorOs casos de violência não têm aumentado somente nas grandes cidades, no interior a preocupação também é grande, destaca o deputado Douglas Fabrício (PPS).O deputado voltou a cobrar o aumento de 40 policiais no efetivo da região de Campo Mourão. “Em uma audiência pública o secretário de Segurança, o governador e o vice-governador assumiram o compromisso de enviar mais policiais para a região. Espero que esse compromisso não fique no esquecimento”, relatou.“Que o governador atenda aos pedidos da população e envie com urgência esses policiais. É o que toda a região de Campo Mourão está esperando”, completou.Segundo Fabrício o problema na região também é visto nas cadeias dos municípios, principalmente em Araruna. “A cadeia tem 80m² com 29 detentos cumprindo pena. A falta de infra-estrutura é tamanha que são apenas 14 camas. Desta forma não tem como recuperar um infrator. As condições são desumanas”.
Notícias Relacionadas
18:26
Confira um resumo das principais notícias da Assembleia Legislativa no Boletim Assembleia
Leia mais
15:09
Deputada Maria Victoria (PP) destaca sanção de lei que incentiva a transformação de resíduos em energia limpa no Paraná
Lei nº 23.246/2026 estimula o aproveitamento do gás metano derivado de resíduos sólidos para fins energéticos no Estado.
Leia mais
13:39
Assembleia Legislativa debate saúde mental, aquicultura e presta homenagens na próxima semana
A sessão plenária da próxima segunda-feira (15) conta com sete itens na pauta.
Leia mais
13:11
Fórum realizado na Assembleia discute políticas públicas para comunidades terapêuticas
Realização do II Fórum Estadual Permanente de Comunidades Terapêuticas no Paraná foi uma iniciativa do deputado Gilson de Souza (PL)
Leia mais