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Fidelidade Partidária é Fundamental Na Reforma Política, Afirma Pugliesi
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A fidelidade partidária é fundamental para a reforma política brasileira. A avaliação é do deputado estadual Waldyr Pugliesi, líder do PMDB na Assembléia e presidente estadual do PMDB. “Quando se fala em reforma partidária, reforma bem ampla, a gente sempre tem que colocar a fidelidade partidária como um dos temas que precisam ser definidos”, disse em entrevista ao Jornal Mercosul do Canal 21, nesta quarta-feira, 17.Pugliesi informou à apresentadora Ligia Gabriele, que vê com muita satisfação as decisões do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ao definirem que os mandatos pertencem ao partido. “O TSE e o Supremo tomaram decisões saneadoras. Espero que esta prática escabrosa (troca-troca de partidos) seja eliminada da vida política nacional. A minha posição é historicamente em favor da fidelidade partidária”, completou.O PMDB, na avaliação dele, é um partido plural e tem pessoas das mais variadas correntes. Em relação as medidas que o PMDB deve adotar para punir os infiéis, Pugliesi disse que os casos devem ser tratados nas esferas competentes. “Por exemplo, quando um deputado federal saiu do PMDB e se dirigiu para outro partido, esta questão será discutida lá no Diretório Nacional. Quando se tratar de deputados estaduais, definiremos esta questão aqui. Quando se tratar das questões municipais, tudo isso será definido nos municípios”.“Pessoalmente defendo de maneira muito clara esta posição. Os mandatos são nossos, então temos que reavê-los”, informou. De acordo com Pugliesi, esta avaliação vale também para os detentores de mandatos que ingressaram no partido após as decisões do TSE e do STF. “Logicamente que já tem gente tentando encontrar uma maneira à brasileira para fazer que estas decisões não tenham eficácia. Eu sou ao contrário, quero que elas tenham eficácia o mais rapidamente possível”.UNIDADE – Nas eleições municipais de 2008 o PMDB vai trabalhar para eleger o maior número possível de prefeitos, vices e vereadores, informou Pugliesi. “Vencida a fase das filiações, o que temos que fazer? Começarmos a construir a unidade partidária para irmos em bloco na direção da conquista do maior número de prefeituras e de vereadores possíveis na próxima eleição. É isto que estamos fazendo”, adiantou.Para a eleição em Curitiba, Pugliesi informou que não existe um nome de consenso dentro do PMDB. “Inclusive posso dizer que após ter sido guindado a presidência do partido, a primeira visita oficial que recebi foi do reitor da UFPR (Universidade Federal do Paraná), Carlos Moreira Júnior, que é pré-candidato a eleição em Curitiba”, informou.Pugliesi voltou a frisar que a primeira regra para quem quer ser candidato, “é pretender ser de maneira muito firme. Então o Moreira Júnior está querendo ser candidato e está querendo ganhar a eleição. O partido, se for ele o escolhido, certamente escudará sua candidatura. Agora, é bom que se diga que o partido tem outros pretendentes que também devem trabalhar para viabilizar suas candidaturas”.IDENTIFICAÇÃO – Em relação a saída da ex-deputada federal Dra. Clair do PMDB, alegando que não existe espaço no partido para aprovar sua candidatura, Pugliesi disse que não acompanhou a questão de perto. “Mas veja bem, a Dra. Clair veio para o PMDB, nós não temos nada decidido. Não houve a tomada de uma posição definitiva em relação à questão das eleições em Curitiba. Estamos construindo estas candidaturas e para ser candidato é preciso ter vontade, trabalhar para ser candidato”.“Até estranhei que ela, vamos dizer, no primeiro embate travado, tenha se retirado”, disse o presidente estadual e líder do PMDB na Assembléia. “Talvez ela não tivesse identificação clara com o partido, porque o governador (Roberto Requião), como todos nós, pretendemos ganhar as eleições aqui em Curitiba. A candidatura será construída pelo conjunto partidário”.REQUIÃO – O governador do Paraná, na avaliação de Pugliesi, é o principal quadro político do PMDB no Estado e será fundamental para eleger o maior número de representantes do partido em 2008. “Ele (Requião) tem uma liderança muito presente. Acho que toda eleição tem suas características próprias. Acho que o eleitor vai levar em conta sim a belíssima administração que o Requião está fazendo. Fez um belo governo, terminou aquele governo, começamos este outro e os resultados serão muito visíveis nas condições de melhoria de vida de todo mundo”.“Isso vai pesar muito, logicamente que a argumentação, a presença do Requião, a sua palavra, o seu empenho, vão pesar muito nestes resultados, de maneira favorável, logicamente, aos nossos candidatos”. Pugliesi disse que em função dos prazos curtos para lançamento das candidaturas será um empecilho para o governador prestigiar os candidatos do PMDB nos 399 municípios do Paraná. “É impossível para o governador, que precisa dividir seu tempo com as questões administrativas e políticas. Logicamente que ele irá em todos os lugares em que for exigida a sua presença, muitas vezes até para definição de resultados”.ARAPONGAS – Pugliesi não descartou a possibilidade de uma nova candidatura a prefeitura de Arapongas (o deputado já foi prefeito do município por três vezes). “Poderia ter sido prefeito pela quarta vez (em 2004), mas naquela época estava ocupando a Secretaria de Estado dos Transportes. O Requião tinha me colocado lá com uma tarefa para ser cumprida e nós cumprimos a tarefa”.O deputado informou que na época ocorreu um fato inédito em seus quase 43 anos de carreira política. “Toda a oposição a nós, no nosso município, se reuniu e ofereceu praticamente a prefeitura. Falaram ‘olha, você vai ser o candidato único na nossa cidade’”. Pugliesi conta que relatou a situação ao governador. “Ele falou ‘olha, nós estamos fazendo o maior programa de restauração de estradas que este Estado já presenciou. Então agora, no meio do caminho, se você sair vai quebrar esta velocidade que você conseguiu colocar nesta questão da restauração das estradas’. Ele me pediu para ficar e eu fiquei”.Pugliesi relata que no momento atual está ocorrendo um movimento parecido em Arapongas. “Mas tem um complicador, o prefeito é do PMDB e além do mais é meu sobrinho. Logicamente que tenho divergências com ele, cada um tem sua maneira de governar, sou alguém que não abro mão das questões doutrinárias, ideológicas, programáticas. Mas vamos ver, não descarto a possibilidade não. Estou na Assembléia, na liderança da bancada do PMDB e agora me colocaram ainda, com mais obrigações partidárias na presidência do partido”, concluiu.Foto: Reprodução
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