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Liderança da Oposição
17h40
por Sonia Maschke - Jaime Santorsula Martins / 41 3350-4193
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O líder da Oposição, deputado Élio Rusch (DEM), disse nesta terça-feira (25) que, após seis audiências públicas realizadas no Paraná para discutir a minirreforma tributária, a opinião da maioria do empresariado é contrária à proposta.“Com exceção da audiência realizada em Maringá, grande parte das entidades se manifestou pela rejeição do projeto”, afirmou Rusch.Nesta quarta-feira os deputados realizam a última audiência, em Curitiba, antes de dar continuidade à tramitação da matéria na Assembléia.Rusch enfatizou em seu pronunciamento uma carta do presidente do SindiCombustíveis, Roberto Fregonese, que mostra a grande preocupação da entidade com o aumento das alíquotas, não só na gasolina, mas também na energia elétrica e telecomunicações.“Nossa opinião é que caso este projeto de lei seja aprovado, a única certeza é que após a noventena, o consumidor paranaense receberá as faturas telefônicas e de energia elétrica majoradas. E, quando chegar ao posto de combustíveis, pagará, além de mais ICMS, também, o reflexo desses aumentos no preço da gasolina. Não é líquido e certo que haverá redução de preços nos milhares de bens contemplados no projeto, pois muitos já têm o ICMS diferido, ou seja, já pagam 12%”, afirmou Fregonese ressaltando que as micro-empresas e as empresas enquadradas no simples terão que repassar para o consumidor o aumento da energia elétrica, da telecomunicação e da gasolina, gerando um maior custo.O líder oposicionista apontou a falta de responsabilidade do governo estadual em promover o aumento de alíquotas do ICMS nesse momento de grave crise econômica.“O governador parece que não encara com a necessária atenção a recessão que bate em nossas portas. O momento é de cautela, não é oportuno mexer na alta da carga tributária”, disse Rusch.O deputado pediu a participação da população na audiência pública na Associação Comercial do Paraná, em Curitiba.“É o consumidor que paga o imposto, o comerciante apenas repassa para o Governo. A população tem que ser ouvida e cabe a nós parlamentares dar voz a essas pessoas na hora de votar o projeto”, finalizou.
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