Mudanças para se adequar à nova lei federal de licitações são aprovadas pelos deputados
O projeto de lei do Governo do Estado que que permite a utilização de um novo regime licitatório federal às empresas públicas e sociedades de economia mista foi aprovado em segunda discussão na sessão desta quarta-feira (18) da Assembleia Legislativa. Pela proposta, o novo regime é previsto na Lei Federal nº 13.303, de 30 de junho de 2016, que trata do estatuto da empresa pública, da sociedade de economia mista e subsidiárias no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios. Por não ter recebido emendas e ter tido dispensa de redação final, o projeto agora vai a sanção do governador. Já o plano de carreira dos servidores do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), recebeu emendas e voltou para a CCJ. De acordo com o líder do Governo na Casa, o deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSB), a mudança é uma adequação para atender à legislação mas, ao mesmo tempo, tem o objetivo de valorizar a carreira dos servidores da Emater.
(Sonora)
Também passou em segundo turno, a proposta do deputado Jonas Guimarães (PSB), que permite a remoção de obstáculos naturais que ofereçam perigo para os usuários das rodovias estaduais do Paraná. Pelo projeto, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/PR), poderá providenciar a retirada, ou o corte, de árvores, arbustos e outros tipos de barreiras que estiverem dentro de uma área que ofereça alto risco para os veículos e para usuários que trafeguem pelas rodovias, como pedestres e ciclistas, que costumam utilizar o acostamento ou borda da pista e também os projetos que autorizam o Poder Executivo a desafetar, ou seja, dar nova destinação a um trecho rodoviário ao município de São José da Boa Vista e a outro trecho para o município de União da Vitória.
Outro projeto que foi aprovado pelos deputados, mas em primeira discussão, foi o da Mesa Executiva que extingue o Fundo Especial de Modernização da Assembleia Legislativa. A justificativa dos deputados para extinguir o Fundo é que, desde a sua criação, no ano de 2013, ele nunca foi utilizado para a finalidade prevista, que seria para pagar reformas, expansão e aperfeiçoamento das atividades, além de modernização da Casa, pagas sempre com o orçamento próprio. A proposta foi assinada pelos deputados Ademar Traiano (PSDB), Plauto Miró (DEM) e Wilmar Reichembach (PSC).
Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro.
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