"Outubro Rosa" discute violência contra a mulher
Coordenado pela deputada Cantora Mara Lima, do PSDB, o encontro contou com a participação da secretária de Estado da Justiça, da Cidadania e Direitos Humanos, Maria Tereza Uille Gomes; da superintendente de Políticas de Atenção Primária em Saúde da Secretaria estadual de Saúde, Márcia Cecília Huçulak; da presidente do Instituto HUMSOL, Tânia Gomez; da psicóloga da 13ª Vara Criminal do Juizado de Violência Doméstica e Familiar, Ivana Maria de Mello Possiede; e da vereadora Maria Goretti, do PSDB, que representou o presidente da Câmara Municipal de Curitiba, João Cordeiro, do PSDB.//
Mara Lima abriu os debates apontando a importância das ações preventivas no combate ao câncer de mama e outras doenças cuja incidência tem aumentado na população feminina, e chamou a atenção para as preocupantes estatísticas relativas à violência doméstica no estado.//
De acordo com a parlamentar, ao abordar outros temas, além da saúde da mulher, o Outubro Rosa dá um indicativo de como será desenvolvido nos próximos anos.//
SONORA MARA LIMA
A secretária de Justiça, Maria Tereza Uille Gomjes, detalhou as ações em desenvolvimento em sua área com o objetivo coibir a violência contra a mulher, de combater o consumo de álcool e substâncias entorpecentes e de reinserir mulheres detentas no mercado de trabalho.//
Maria Tereza adiantou que se encontra em exame na Casa Civil do Governo do Estado uma proposta para a criação por lei do Conselho Estadual da Mulher e Plano Estadual de Políticas Públicas para a Mulher, envolvendo vários setores que trabalham com o tema.//
Segundo a secretária, é surpreendente o número de mulheres que cumprem pena por posse de quantias irrisórias de substâncias entorpecentes://
Para Maria Tereza, é preciso uma nova forma de olhar para o problema da violência contra a mulher e a colocação no mercado de trabalho é uma das melhores opções para encaminhar o assunto.//
FALA MARIA TEREZA
De acordo com Ivana de Mello do Juizado de Violência Doméstica e Familiar, a violência contra a mulher no Paraná é um problema grave e o número de processos em tramitação na Justiça paranaense chega a 14 mil.//
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