profissionais da educação apresentam sugestões para mudanças no ensino médio
No segundo dia do Seminário de Educação Básica no Paraná, que começou nesta quarta (23) e termina na sexta (25), os grupos que debatem os impactos da Reforma do Ensino Médio na Educação se dividiram para discutir, de forma simultânea, as cinco áreas de estudo: Linguagens e suas tecnologias (Artes, Letras, Educação Física e Inglês); Ciências da Natureza (Química, Física e Biologia); Ciências Humanas, Sociais e Aplicadas (História, Geografia, Filosofia e Sociologia); Matemática e suas Tecnologias; e Formação Técnica Profissional. Segundo o Professor Marlus Geronasso, secretário-geral do evento, daqui surgirão propostas efetivas para as mudanças feitas pelo Ministério da Educação e encaminhadas ao Conselho estadual de Educação e à Secretaria de Estado da Educação.
(Sonora)
O evento, que ocupa o Plenário, Salão Nobre, Plenarinho, Sala das Comissões e Auditório Legislativo, surgiu a partir de uma iniciativa dos deputados Delegado Recalcatti (PSD), Hussein Bakri (PSD) e Maria Victoria (PP), presidente e vice-presidente da Comissão de Educação da Casa, que vai receber o documento e encaminhar aos parlamentares e ao Governo do Estado.
Ainda, de acordo com o professor Marlus, a perspectiva de uma proposta de ensino médio passa por encontrar solução para uma educação de qualidade. Por isso, os debates acontecem dentro do Poder Legislativo, um espaço democrático e com ampla participação popular, afinal, as decisões que serão tomadas influenciarão na vida de milhões de estudantes.
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Além do aumento na carga horária, a proposta de um novo ensino médio, que começou a ser debatida em 2016 pelo Governo Federal, pretende construir uma Base Nacional Comum Curricular na Educação Básica em todo o país. As principais mudanças são: essa Base fará parte de 60% das matérias estudadas em sala de aula e o restante ficará reservado para uma das áreas específicas e os estudantes poderão escolher em que área se aprofundarão já no início do ensino médio, sendo que algumas disciplinas são obrigatórias, como Matemática, Português e Inglês.
O evento na Assembleia termina com uma audiência pública na manhã desta sexta-feira, quando serão conhecidas as sugestões dos grupos. No caso do grupo de educação profissional, por exemplo, a coordenadora Mariana Monfort, diz que as principais preocupações são a formação de professores e a percepção da realidade em que vivem os estudantes.
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também Participam dos debates representantes do Ministério da Educação, professores, de universidades, da Secretaria Estadual de Educação, além dos parlamentares.
Da Assembleia Legislativa do Paraná, repórter Cláudia Ribeiro.
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