Reposição salarial e campanha contra abuso infantil marcam sessão plenária
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A campanha não para, mas é no mês de agosto que é intensificada. O deputado Artagão Júnior inclusive, apresentou um projeto de lei estabelecendo que o quarto domingo do mês de agosto seja dedicado ao projeto “Quebrando o Silêncio”. Para ele, a conscientização ainda é a chave para as famílias.
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Também foram apresentados, durante a fala de Keila, números assustadores do abuso. Por exemplo, que 70% dos casos ocorrem dentro de casa, praticados por pessoas próximas ou mesmo, por familiares. E ainda, que uma a cada cinco crianças é vítima de abuso. E que, de cada dez crianças abusadas somente uma faz a denúncia. Por isso, foi confeccionado e está sendo distribuído de graça o material da campanha, que conta com cartilhas em linguagem simples, um vídeo e folders. Além disso, foram formadas equipes capacitadas para orientar as instituições interessadas.
A cada edição, a campanha tem um foco: em 2019, o tema é o abuso sexual infantil. O público alvo são crianças, adolescentes e jovens. Esse projeto é desenvolvido pela Igreja Adventista do Sétimo Dia não apenas no Brasil, mas em muitos outros países. No Brasil o principal canal de denúncias de abuso sexual infantil é o Disque 100. Ele funciona 24 horas, todos os dias, e é gratuito. Keila avalia que a vinda dela à Assembleia é mais um canal para chamar a atenção para o problema.
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Em seguida, durante a sessão plenária, os deputados aprovaram em redação final o projeto de lei que trata da reposição salarial e da data-base dos servidores públicos do Poder Executivo. A proposta prevê um índice de 5,08% parcelado, com a primeira de 2% em janeiro do ano que vem e mais duas de 1,5% cada a serem aplicadas em janeiro de 2021 e janeiro de 2022. E em terceira discussão, a proposta que prevê que os cinemas de todo o Paraná promovam, pelo menos uma vez por mês, uma sessão adaptada a crianças e adolescentes com Transtorno do Espectro Autista (TEA), portadores de Síndrome de Down, e suas famílias, O projeto é dos deputados Delegado Francischini (PSL) e Marcio Pacheco (PDT). Os portadores precisam assistir às sessões com luzes levemente acesas e o volume do som reduzido, já que têm sensibilidade ao escuro e som alto.
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