Superintendente da PF atende reivindicação e tranquiliza municípios e segmento produtivo da Fronteira do Sudoeste
Em audiência com a deputada Luciana Rafagnin (PT) e representantes da deputada federal Gleisi Hoffmann, o delegado federal Rivaldo Venâncio garantiu a permanência da aduana e o direito constitucional de ir e vir na ponte entre Capanema e Andresito.
A deputada estadual Luciana Rafagnin (PT), acompanhada de assessores da deputada federal Gleisi Hoffmann (PT), se reuniu na manhã desta terça-feira (29) com o superintendente regional da Polícia Federal (PF), delegado Rivaldo Venâncio, para averiguar informações sobre um possível fechamento da aduana brasileira na fronteira com a Argentina, em Capanema, no Sudoeste do Paraná, sobre a ponte que liga o município brasileiro com a cidade de Andresito, na Província de Misiones. Sem razão, essas informações deixaram as populações de Capanema e de Planalto preocupadas e motivaram reações das prefeituras e das representações dos setores produtivos da região, que reivindicam tanto a garantia da permanência do posto de controle quanto o aumento do seu tempo de funcionamento.
O delegado federal desmentiu a informação equivocada e assegurou que não há possibilidade hoje disso acontecer. “Não se tem sequer estudo ou conversas informais nesse sentido”, garantiu o superintendente da PF. O posto local pertence à circunscrição da delegacia da PF em Cascavel e funciona das 8h às 17h diariamente. Conhecedor da região, Venâncio já exerceu a função de comandar o efetivo na região. “Entendemos a importância, inclusive, histórica e cultural daquela ligação para os municípios do entorno, que tem relação direta com a questão da Estrada do Colono”, acrescentou o delegado.
No passado, quando funcionava junto ao posto da PF também a unidade local da Receita Federal, era costume desse órgão impedir o trânsito na ponte que liga Capanema a Andresito ao final do expediente, colocando uma corrente na passagem. “Depois que a Receita saiu dali, o costume permaneceu. E essa era a única razão para o fechamento da passagem”, disse ele. O superintendente, de pronto, determinou que não se feche a passagem e garantiu o cumprimento do direito constitucional de trânsito pela ponte. Venâncio disse ainda à deputada Luciana e a assessores da deputada Gleisi que, no que depender do Brasil e do posto da PF no local, esse direito de ir e vir está assegurado, sem impedimentos.
A partir de então, será possível, inclusive, avaliar a movimentação local fora do horário de expediente para verificar a necessidade de aumento ou não do efetivo policial na região. Nos próximos dias, os mandatos, as representações das comunidades e municípios envolvidos devem conversar também com a Receita Federal e com o Consulado Argentino para discutir a viabilidade de funcionamento 24h das aduanas na ponte Capanema-Andresito.
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