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Tercílio Turini pede urgência no fornecimento de remédio para leucemia
Assessoria de Imprensa, com a colaboração da assessoria parlamentar.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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O deputado Tercílio Turini (PPS) quer explicações do Ministério da Saúde sobre a falta do medicamento asparaginase, usado no tratamento de leucemia principalmente em crianças. Em ofício encaminhado ao ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o parlamentar cobra solução do governo federal para o sério problema que já afeta hospitais de todo o País, inclusive Londrina.
No final do ano passado o laboratório fabricante do remédio comunicou a suspensão da produção. “O Ministério da Saúde precisa agir com urgência. Os estoques nos hospitais que atendem pacientes com câncer já estão acabando. Isso cria clima de apreensão entre as pessoas que dependem do medicamento e também entre seus familiares. É um risco, um retrocesso ficar sem um remédio fundamental para o controle e até a cura de uma doença tão grave”, destaca o deputado, que também é médico.
Turini diz que manteve contato com representantes do Instituto do Câncer, hospitais, entidades de apoio a pacientes e órgãos de saúde para obter informações, e todos alertaram sobre as consequências da falta do medicamento. “Existe muita preocupação, o estoque está no fim e hospitais já encontram dificuldade para iniciar tratamento com novos pacientes que procuram atendimento”, relata.
Para o deputado, o Ministério da Saúde deve buscar um outro fornecedor com urgência, priorizando a demanda pelo asparaginase. “É inconcebível chegar ao ponto de colocar em risco a vida das pessoas que precisam do medicamento. É uma situação de emergência e tem que ser solucionada”, ressalta.
No final do ano passado o laboratório fabricante do remédio comunicou a suspensão da produção. “O Ministério da Saúde precisa agir com urgência. Os estoques nos hospitais que atendem pacientes com câncer já estão acabando. Isso cria clima de apreensão entre as pessoas que dependem do medicamento e também entre seus familiares. É um risco, um retrocesso ficar sem um remédio fundamental para o controle e até a cura de uma doença tão grave”, destaca o deputado, que também é médico.
Turini diz que manteve contato com representantes do Instituto do Câncer, hospitais, entidades de apoio a pacientes e órgãos de saúde para obter informações, e todos alertaram sobre as consequências da falta do medicamento. “Existe muita preocupação, o estoque está no fim e hospitais já encontram dificuldade para iniciar tratamento com novos pacientes que procuram atendimento”, relata.
Para o deputado, o Ministério da Saúde deve buscar um outro fornecedor com urgência, priorizando a demanda pelo asparaginase. “É inconcebível chegar ao ponto de colocar em risco a vida das pessoas que precisam do medicamento. É uma situação de emergência e tem que ser solucionada”, ressalta.
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