Vistorias do Corpo de Bombeiros, atuação dos policiais na fiscalização de bares e casas noturnas e a questão da emissão dos alvarás foram alguns dos assuntos discutidos durante audiência pública realizada na tarde desta quinta-feira (31), na Assembleia Legislativa. Por proposição do deputado Fábio Camargo (PTB) o evento contou com a participação de representantes da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes/Paraná (Abrasel/PR); da Associação Brasileira de Bares e Casas Noturnas do Paraná (Abrabar); do Corpo de Bombeiros; da Prefeitura Municipal de Curitiba; da Secretaria de Estado da Segurança Pública; das polícias civil, militar e federal; além de empresários.
“Foi um conversa com representantes da Prefeitura e do Governo para dar tranqüilidade aos empresários e à população que sai à noite”, comentou Fábio Camargo. Entre as queixas do setor está a maneira como a polícia realiza as operações concentradas em bares e casas noturnas e na demora na liberação dos alvarás. “O empresário faz a solicitação de vistoria ao bombeiro, mas às vezes a falta de contingente acaba atrasando a providência. Aí então, quando ocorre a operação concentrada da polícia a casa não possui o alvará de funcionamento. Mas isso não é por causa da inoperância ou da má fé do empresário, e sim por um problema do governo. Por isso vamos procurar um consenso, uma sintonia entre os setores e melhorar isso”, comentou o parlamentar.
O coordenador operacional da Ação Integrada, capitão Julian Bayer, explicou que a ação integrada da polícia, além de ser feita dentro da legalidade, envolve vários órgãos como secretarias de Urbanismo, de Meio Ambiente, da Saúde, Diretran, polícias civil e militar. “Nós realizamos ações preventivas e para a comunidade, e não contra os estabelecimentos, com a finalidade de fiscalizar o correto funcionamento dos estabelecimentos”, disse. Novos encontros devem ser marcados para debater os procedimentos da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (AIFU) e o policiamento especial ao redor de bares e casas noturnas.
“Foi um conversa com representantes da Prefeitura e do Governo para dar tranqüilidade aos empresários e à população que sai à noite”, comentou Fábio Camargo. Entre as queixas do setor está a maneira como a polícia realiza as operações concentradas em bares e casas noturnas e na demora na liberação dos alvarás. “O empresário faz a solicitação de vistoria ao bombeiro, mas às vezes a falta de contingente acaba atrasando a providência. Aí então, quando ocorre a operação concentrada da polícia a casa não possui o alvará de funcionamento. Mas isso não é por causa da inoperância ou da má fé do empresário, e sim por um problema do governo. Por isso vamos procurar um consenso, uma sintonia entre os setores e melhorar isso”, comentou o parlamentar.
O coordenador operacional da Ação Integrada, capitão Julian Bayer, explicou que a ação integrada da polícia, além de ser feita dentro da legalidade, envolve vários órgãos como secretarias de Urbanismo, de Meio Ambiente, da Saúde, Diretran, polícias civil e militar. “Nós realizamos ações preventivas e para a comunidade, e não contra os estabelecimentos, com a finalidade de fiscalizar o correto funcionamento dos estabelecimentos”, disse. Novos encontros devem ser marcados para debater os procedimentos da Ação Integrada de Fiscalização Urbana (AIFU) e o policiamento especial ao redor de bares e casas noturnas.