Deputado Soldado Fruet alerta população sobre propaganda governamental enganosa

13/12/2021 17h10 | por Assessoria parlamentar
Deputado Soldado Fruet (PROS).

Deputado Soldado Fruet (PROS).Créditos: Toni Ricardo

Deputado Soldado Fruet (PROS).

Na sessão plenária desta segunda-feira (13), o deputado estadual Soldado Fruet (PROS) alertou os paranaenses sobre a propaganda enganosa feita pelo Governo do Paraná em relação a vários temas de interesse da população em geral, como pedágios, tarifas de serviços básicos e gastos públicos, e dos servidores estaduais, como correções salariais e vale-alimentação. "Meus amigos do Paraná, não acreditem em mentiras; lembrem-se: em vésperas de eleição, vaca voa, mas a realidade volta tão logo a eleição acaba e a realidade é que nós pagamos a conta quando o governo é ineficiente, covarde e mentiroso”, discursou.

Pedágios

O deputado do PROS reagiu à divulgação oficial de que a atual gestão foi a responsável pelo fim da cobrança de pedágios. “Todos sabiam desde 1997 o dia exato em que o contrato se encerraria, qualquer que fosse o governador”, apontou, frisando que o Governo pretendia renovar os contratos e só não o fez porque foi impedido. "Se ele não quisesse renovar os contratos teria se programado bem antes, contratado pessoal e apoio para as rodovias, não sairia no desespero, no último dia, colocando a PM para cuidar das rodovias e fechando acordos com as concessionárias para manter ambulâncias e guinchos, acordos caros pagos pelos paranaenses”, exemplificou. Não bastasse isso, “o governador Ratinho Junior autorizou 15 novas praças de pedágio por 35 anos; então, o pedágio, além de não acabar, será muito maior do que é hoje”, ponderou, relembrando que a cobrança de tarifas ocorrerá apenas após as eleições de 2022.

Professores

Conforme Soldado Fruet, o alegado aumento de 48% para professores atinge uma minoria da categoria, “aqueles cujo salário estava abaixo do piso salarial”. Segundo ele, "o Governo está sendo obrigado a aumentar o salário deles simplesmente porque não cumpria a lei que garante um piso mínimo”. Destacou ainda que “o suposto aumento só está sendo pago porque o Governo Federal repassou cerca de R$ 500 milhões a mais de FUNDEB e a lei obriga que 70% desse valor seja usado no pagamento de salários aos professores”. Além disso, criticou a retirada de direitos, como um professor que terá R$ 150 de aumento, mas perderá a gratificação de R$ 550, ou seja, receberá R$ 400 a menos em janeiro. “Isso é valorizar a educação, governador?”, questionou.

Policiais

Em relação ao vale-alimentação de R$ 600 para policiais, o deputado afirmou que “também nada mais faz do que pagar um direito, mas não sem tentar criar uma briga entre ativos e inativos, porque o vale será pago somente aos ativos”. Mesmo assim, frisou que “os policiais estão mais unidos do que nunca” e que os paranaenses conhecem e confiam no trabalho dos servidores estaduais.

Data-base

Quanto ao reajuste de 3% para o funcionalismo, “que o governador anuncia como vitória e diz que é pago com os impostos que cada um paga”, o deputado salientou que os impostos existem para pagar custos do Estado, mas enfatizou que "alguns estados usam melhor os impostos, como o Rio de Janeiro, que há cinco anos estava quebrado e anunciou 10% de reajuste aos servidores sem aumentar impostos, enquanto outros gastam em viagens, propagandas e mordomias para os governantes”. No Paraná, o parlamentar lembrou que só a reposição da inflação está atrasada em 35% e o governador propõe o pagamento de apenas um décimo da dívida. 

Tarifas e gastos

“Nesses anos em que estão sem reposição, os servidores e cada um dos paranaenses tiveram que pagar um aumento nas contas de luz superior a 100%, o que garante lucros de R$ 4 bilhões por ano à Copel e seus acionistas”, lamentou o deputado, acrescentando que “a conta de água subiu mais de 100%, garantindo R$ 1 bilhão de lucro por ano aos acionistas”, enquanto a cesta básica subiu 98% no período. “Os paranaenses pagam a conta porque o Governo gasta mal, porque torra R$ 95 milhões em propaganda por ano, R$ 20 milhões em helicópteros e jatinhos por ano, dezenas de milhões em uma estrutura administrativa desnecessária, enfim, torra seu dinheiro não para manter o Estado, mas para manter seu aparato político”, declarou.

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