Leôncio Correia era filho de João Ferreira Correia e de Carolina Pereira Correia. Nasceu no dia 1º de setembro de 1865, em Paranaguá (PR). Estudo o primário em Paranaguá e humanidades no Instituto Paranaense de Curitiba, concluindo-o em um colégio no Rio de Janeiro. Desde cedo lutou pela abolição dos escravos e pela proclamação da República. Foi eleito deputado federal e estadual. Como jornalista, falava de improviso e possuia rico vocabulário. Nunca repetia frase. Publicou "Flores agrestes", "Em derredor da vida"", "A boemia do meu tempo", "Barão de Serro Azul", "A verdade história sobre 15 de novembro", "Talento e ouro" (drama), "Manhã de amor" (comédia), "Parlendas e Palestras", etc. Colaborou e dirigiu vários periódicos no Paraná. Foi fundador do "Diário Popular", no Rio de Janeiro. Exerceu os cargos de diretor geral da Instrução Pública no Paraná e no Distrito Federal, diretor do Ginásio Fluminense, diretor geral da Imprensa Nacional e do Diário Oficial, delegado fiscal de estabelecimentos de ensino, diretor do Internato do Ginásio Nacional, professor de história geral da civilização da Escola Normal do Distrito Federal e inspetor de ensino. Pertenceu à Academia Paranaense de Letras, ao Centro de Letras do Paraná e à Academia Carioca de Letras, no Rio. Faleceu no dia 19 de junho de 1950, no Rio de Janeiro.
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