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CPI dos Portos vai começar a ouvir envolvidos em possíveis irregularidades
Fonte: Assessoria de Imprensa, com informações do gabinete do deputado
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A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Portos vai a ouvir as pessoas envolvidas com os supostos desvios cometidos nos portos de Paranaguá e Antonina e as que querem repassar informações e contribuir com as apurações da comissão. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (31) pelo presidente da CPI, deputado estadual Douglas Fabrício (PPS).
A lista dos convidados e convocados está sendo mantida em sigilo pelos integrantes da CPI, mas dois nomes de depoentes já foram confirmados: Daniel Lúcio de Oliveira e Eduardo Requião, ambos ex-superintendentes da APPA. “O volume de documentos que recebemos nos últimos 90 dias foi enorme e isso tornou o trabalho da CPI muito difícil e complexo. Estamos terminando essa fase dos trabalhos e agora vamos avançar e ouvir as pessoas relacionadas com os problemas que já levantamos”, explicou Douglas.
Durante a sessão plenária desta quarta, o deputado fez um balanço dos trabalhos realizados pela CPI nos últimos três meses. Ele apontou a dívida da APPA com ações trabalhistas, que chega a quase R$ 500 milhões, como um dos graves problemas que a CPI precisa enfrentar, propondo soluções. Douglas explicou que o problema se repete em quase todos os portos brasileiros e que também pretende discutir o assunto com deputados federais e senadores, para encontrar uma solução mais ampla e satisfatória. “Em Paranaguá, por exemplo, o volume corresponde à metade de todo o orçamento anual de Londrina, que é a segunda maior cidade do Paraná. É um volume muito grande de recursos que podia estar sendo investido em saúde, educação, segurança ou até mesmo na infraestrutura das cidades onde os portos estão instalados. Isso precisa mudar”, explicou.
A lista dos convidados e convocados está sendo mantida em sigilo pelos integrantes da CPI, mas dois nomes de depoentes já foram confirmados: Daniel Lúcio de Oliveira e Eduardo Requião, ambos ex-superintendentes da APPA. “O volume de documentos que recebemos nos últimos 90 dias foi enorme e isso tornou o trabalho da CPI muito difícil e complexo. Estamos terminando essa fase dos trabalhos e agora vamos avançar e ouvir as pessoas relacionadas com os problemas que já levantamos”, explicou Douglas.
Durante a sessão plenária desta quarta, o deputado fez um balanço dos trabalhos realizados pela CPI nos últimos três meses. Ele apontou a dívida da APPA com ações trabalhistas, que chega a quase R$ 500 milhões, como um dos graves problemas que a CPI precisa enfrentar, propondo soluções. Douglas explicou que o problema se repete em quase todos os portos brasileiros e que também pretende discutir o assunto com deputados federais e senadores, para encontrar uma solução mais ampla e satisfatória. “Em Paranaguá, por exemplo, o volume corresponde à metade de todo o orçamento anual de Londrina, que é a segunda maior cidade do Paraná. É um volume muito grande de recursos que podia estar sendo investido em saúde, educação, segurança ou até mesmo na infraestrutura das cidades onde os portos estão instalados. Isso precisa mudar”, explicou.
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