A pintora, escultura e desenhista Leila Pugnaloni faz retrospectiva da carreira e fala sobre influências A artista participou do programa Arte & Cultura na Assembleia e relembrou os melhores momentos da trajetória dela no mundo das artes.

08/09/2022 11h27 | por Thiago Alonso
A pintora, escultura e desenhista Leila Pugnaloni é a entrevistada do programa Arte & Cultura na Assembleia desta sexta-feira (9).

A pintora, escultura e desenhista Leila Pugnaloni é a entrevistada do programa Arte & Cultura na Assembleia desta sexta-feira (9).Créditos: Orlando Kissner/Alep

A pintora, escultura e desenhista Leila Pugnaloni é a entrevistada do programa Arte & Cultura na Assembleia desta sexta-feira (9).

Uma trajetória dedicada às artes. Assim é a vida da pintora, escultura e desenhista Leila Pugnaloni. Em um bate-papo no programa Arte & Cultura na Assembleia, da TV Assembleia, ela relembrou pontos cruciais de sua carreira e revelou detalhes de seus momentos de criação. “Gosto de falar que arte é fruto de um movimento interno. Cada um guarda para si um repertório imagético que vem da infância. Depois você elabora, encaminha, desenvolve isso. Optei por ser artista carregando essa bagagem”, disse. A atração vai ao ar nesta sexta-feira (9), às 11 horas, com reprises ao longo da semana.

Leila Pugnaloni iniciou seus estudos em arte em 1976 com o curso de história da arte e desenho no Atelier do Museu Alfredo Andersen, em Curitiba. Depois, passou pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná entre 1978 e 1980. Também frequentou a Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Na década de 1980, foi aluna do curso de gravura em metal no The Art Students League of New York. Em 1985, ilustrou a publicação Rimagens, com texto da poetisa Alice Ruiz. Já em 1995 é lançado o vídeo “Leila Pugnaloni, Tom, Luz e Cor”, produzido pela Fundação Cultural de Curitiba. Em 2003 publicou o livro “Leila Pugnaloni - O Passeio do Olhar”, com autoria de Fernando Bini. Ao longo de sua carreira, Leila Pugnaloni realizou mais de vinte exposições individuais e participa de mais de quarenta mostras coletivas.

Durante a conversa, ela recordou de muitos destes momentos importantes da carreira, como homenagens e exposições fora do Estado. “O reconhecimento é fundamental, pois é uma vida de trabalho. Sabia que teria que levar uma vida inteira para fazer o que eu queria fazer. Quando vem uma homenagem ou prêmio, tem um valor especial. Guardo com muita emoção destes momentos”, comentou.

De acordo com a artista, a obra dela reflete uma combinação de observação e sentimentos. “Observo a realidade. Através do desenho sou figurativa. Às vezes até autobiográfica. Em outro momento, sou pintora. Aí é a cor que me encanta. Minha obra tem sensualidade, drama, maternidade, delicadeza. São desenhos carregados de mim. Creio que estou traduzindo a existência. A minha e de muitas outras mulheres”.

Para Leila, a arte é sinônimo de liberdade. “O olhar é livre. A arte é algo livre. Não está presa a nada. Durante a nossa vida, há tantos momentos cruciais. Pode ser que daqui há meses, eu desenhe um monstro. Liberdade é isso. A arte sempre prevalece. Sem romantismo. Ela aponta o que poderia ser melhor de diversas formas. Nunca foi tão importante fazer arte como agora, em momentos de trevas”, encerrou.

Para ouvir outras histórias da artista, confira o papo completo na programação da TV Assembleia.  O programa Arte e Cultura na Assembleia dá espaço a artistas e destaques do Paraná. A atração recebe grupos folclóricos, coreógrafos, músicos, maestros, diretores de museus, artistas plásticos, diretores e produtores de teatro, escritores e poetas.

 

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