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Agressão virtual contra mulher também poderá ser considerada crime inafiançável
17h28
por Assessoria de Imprensa, com a colaboração do jornalista Gibran Mendes.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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Um projeto de lei que tramita na Câmara Federal pretende incluir os crimes virtuais contra a mulher dentro do alcance da Lei Maria da Penha, transformando em agressão doméstica e crime inafiançável também este tipo de prática. Este será o tema principal de uma audiência pública que acontecerá na próxima segunda-feira (23), a partir das 10 horas, no Plenarinho da Assembleia Legislativa, solicitada e coordenada pelo deputado Gilberto Martin (PMDB).
O evento terá o depoimento da jornalista Rose Leonel, que teve sua vida íntima devassada por um ex-companheiro, e do especialista em segurança digital, Wanderson Castilho. Enquanto Rose falará sobre os desdobramentos da violência que sofreu, em um depoimento corajoso, Castilho relatará detalhes da investigação digital que levou ao suspeito do crime.
Após a apresentação dos convidados, será formado um grupo de debatedores, a ser integrado, entre outros, pelo deputado estadual Gilberto Martin e pelo deputado federal João Arruda (PMDB-PR); pelas jornalistas Joice Hasselmann e Ruth Bolognese; desembargadora Denise Kruger Pereira; secretária municipal da Mulher, Roseli Isidoro; e pela delegada Paula Brisola. Eles analisarão a situação deste tipo de crime no Brasil, que ainda não tem o rigor penal proporcional aos danos causados às vítimas.
“Vamos, a partir deste debate, utilizar as informações para produzir materiais que possam auxiliar as mulheres na denúncia destes crimes”, explica Gilberto Martin, parceiro do deputado federal João Arruda na formulação do projeto que tramita no Congresso Nacional para instituir a “Lei Maria da Penha Virtual”.
O evento terá o depoimento da jornalista Rose Leonel, que teve sua vida íntima devassada por um ex-companheiro, e do especialista em segurança digital, Wanderson Castilho. Enquanto Rose falará sobre os desdobramentos da violência que sofreu, em um depoimento corajoso, Castilho relatará detalhes da investigação digital que levou ao suspeito do crime.
Após a apresentação dos convidados, será formado um grupo de debatedores, a ser integrado, entre outros, pelo deputado estadual Gilberto Martin e pelo deputado federal João Arruda (PMDB-PR); pelas jornalistas Joice Hasselmann e Ruth Bolognese; desembargadora Denise Kruger Pereira; secretária municipal da Mulher, Roseli Isidoro; e pela delegada Paula Brisola. Eles analisarão a situação deste tipo de crime no Brasil, que ainda não tem o rigor penal proporcional aos danos causados às vítimas.
“Vamos, a partir deste debate, utilizar as informações para produzir materiais que possam auxiliar as mulheres na denúncia destes crimes”, explica Gilberto Martin, parceiro do deputado federal João Arruda na formulação do projeto que tramita no Congresso Nacional para instituir a “Lei Maria da Penha Virtual”.
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