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Audiência Pública Pode Definir áreas de Preservação de Palmas
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A Câmara Técnica da Prefeitura de Palmas apresentou ao Ministério do Meio Ambiente (MMA) uma nova proposta para a criação das unidades de conservação no município e o acordo está mais próximo. O grupo expôs as sugestões nesta quinta (23), durante a audiência pública com representantes do MMA, do Ibama e dos setores produtivos da região, no auditório da UNICS, entre elas uma nova demarcação das áreas a serem preservadas, o que aumentaria de 16 para 21 mil hectares a serem conservados. Após a reunião, ficou acordado que o grupo encaminhará as alternativas aprovadas até o dia 8 de julho para o Ministério do Meio Ambiente.A reunião levou mais de seis horas e reuniu cerca de 400 pessoas. Para o deputado estadual Marcos Isfer (PPS), signatário de um documento encaminhado pela Assembléia Legislativa ao governo federal, que pedia a revisão do processo, houve um avanço nas negociações e o consenso sobre a criação das unidades ficou mais próximo. “As autoridades entenderam que nós desejamos a preservação, mas que os métodos anteriormente praticados precisavam ser revistos”, disse.Na opinião do secretário de Agropecuária e Meio Ambiente de Palmas, José Antônio Bueno, a inclusão de áreas que não estavam incluídas na primeira apresentação, que inclui riachos e outras áreas lindeiras, mostrou que o governo federal não tinha o conhecimento total dos terrenos a serem demarcados como unidades de conservação.“Haviam áreas particulares incluídas no plano original, mas que são preservadas pelos proprietários sem nenhuma interferência. Também nos comprometemos a ampliar um pouco mais a área de mata nativa a ser preservada”, disse.Além das demarcações, o valor das indenizações a serem pagas aos proprietários também foi discutido. Segundo Bueno, tanto a Prefeitura quanto o Ministério farão pesquisas que avaliem o valor de mercado das terras, para o caso de alguma propriedade precisar ser transformada em área nacional.“Não queremos que ninguém seja prejudicado, pois é necessário que as pessoas que sempre preservaram as suas terras sejam valorizadas de forma justa”.Essa foi a primeira audiência pública no município. No mês passado estava prevista uma reunião, mas que não ocorreu devido à mobilização dos setores produtivos e dos agricultores da região, que criticaram a maneira autoritária como as propostas foram apresentadas.
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