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Deputado Dobrandino da Silva (pmdb)

A Assembleia Legislativa concluiu esta semana o trâmite do projeto de lei que proíbe o consumo de produtos fumígenos em locais de concentração popular – públicos ou privados – no Paraná. A proposta ficou mais rigorosa com a aprovação de quatro emendas apresentadas pelo deputado Dobrandino da Silva (PMDB). “O cigarro é responsável pela morte de mais de 200 mil pessoas, além de gerar despesas vultuosas para o povo brasileiro todos os anos”, destacou Dobrandino. Entre as emendas aprovadas por Dobrandino, uma recebeu destaque na hora da votação pelos deputados. Trata-se da modificação no projeto de lei que proíbe o uso de cigarro eletrônico. “O projeto do governador Roberto Requião proibia apenas o uso de cigarro e similares que sejam derivados de tabaco, enquanto o cigarro eletrônico utiliza um refil contendo componentes químicos tóxicos que produzem fumaça, prejudicando a saúde com a mesma intensidade dos cigarros tradicionais”, explicou. O dispositivos eletrônico, segundo o deputado, pode ser encontrado em bancas de jornais, em estabelecimentos comerciais, barracas de vendedores ambulantes ou para aquisição em sites de leilão na internet. “Este produto também está conseguindo uma grande adesão por parte dos no Brasil. Eles são geralmente fabricados na China e idênticos a um cigarro comum na aparência e formato”, disse. Nos Estados Unidos, segundo Dobrandino, o uso do cigarro eletrônico teve recomendações da FDA, agência norte-americana que regula medicamentos, alimentos e fumo. A instituição garantiu, junto às instituições judiciais, a suspensão da comercialização dos mesmos, com base em estudos que apontaram os riscos que este tipo de cigarro oferece aos fumantes, como substâncias cancerígenas, por apresentarem componentes químicos tóxicos, como nitrosamina e dietilenoglicol.
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