Notícia
Destaque
Deputados da CPI do Pedágio aprovam relatório final apresentado nesta terça-feira (3)
Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa - (41) 3350-4049/4188
3 min de leitura
7.083 visualizações
O relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Pedágio foi aprovado nesta terça-feira (3) durante reunião ordinária dos seus membros, na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa. As diversas alterações nos contratos firmados entre o Estado e as empresas concessionárias, com os aditivos pactuados em diferentes governos, desde a implantação do modelo de concessões no Paraná, no final da década de 90, a baixa fiscalização por parte dos órgãos competentes, além da alta carga tributária que envolve o negócio sinalizam os principais problemas encontrados no que, como definiu o relator, deputado Douglas Fabrício (PPS), foi o “pente fino” do pedágio paranaense.
“Este trabalho foi muito intenso. Ouvimos diversas pessoas e verificamos dados e balanços. Podemos dizer que a CPI foi extremamente técnica e democrática. As mudanças nos contratos, a suspensão das ações judiciais e aquilo que é repassado ao poder público pelos impostos, principalmente para a União, são elementos que contribuem para o valor da tarifa. Mas não apenas isso. Obras foram retiradas da agenda. Tivemos várias mortes nas rodovias. Isso precisa ser revisto. Mas a nossa CPI rendeu frutos, até porque com ela evitamos a prorrogação dos contratos e a realização de algumas obras que talvez fossem postergadas”, afirmou Douglas Fabrício.
O parlamentar ressaltou ainda que um projeto de lei deverá ser elaborado, com o apoio dos membros da CPI, impondo a necessidade do aval da Assembleia Legislativa para qualquer mudança no processo de concessões. “Queremos que esta Casa participe atenta e ativamente, porque depois surge um emaranhado de situações e quem paga a conta é a população. E nós precisamos saber como são conduzidas as negociações sobre concessões, até para que não sejam lesivas ao interesse público”, disse o relator.
A CPI também deverá encaminhar diversas sugestões ao Poder Judiciário, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas. Segundo Fabrício, órgãos como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) precisam de melhor definição nos seus papeis de fiscalização dos pedágios. A tabela de insumos adotados pelas empresas nas obras das rodovias deve seguir aquelas previstas pelo DER. A retomada das ações judiciais também é outro ponto importante destacado pela CPI, além da desoneração de tributos e a implantação de um sistema de contagem de fluxo de carros nas praças, que hoje não existe.
O relatório final da CPI do Pedágio será encaminhado ao presidente do Poder Legislativo, deputado Valdir Rossoni (PSDB), para que, em seguida, seja discutido e votado pelos parlamentares em Plenário.
[podcast id=2414 /]
“Este trabalho foi muito intenso. Ouvimos diversas pessoas e verificamos dados e balanços. Podemos dizer que a CPI foi extremamente técnica e democrática. As mudanças nos contratos, a suspensão das ações judiciais e aquilo que é repassado ao poder público pelos impostos, principalmente para a União, são elementos que contribuem para o valor da tarifa. Mas não apenas isso. Obras foram retiradas da agenda. Tivemos várias mortes nas rodovias. Isso precisa ser revisto. Mas a nossa CPI rendeu frutos, até porque com ela evitamos a prorrogação dos contratos e a realização de algumas obras que talvez fossem postergadas”, afirmou Douglas Fabrício.
O parlamentar ressaltou ainda que um projeto de lei deverá ser elaborado, com o apoio dos membros da CPI, impondo a necessidade do aval da Assembleia Legislativa para qualquer mudança no processo de concessões. “Queremos que esta Casa participe atenta e ativamente, porque depois surge um emaranhado de situações e quem paga a conta é a população. E nós precisamos saber como são conduzidas as negociações sobre concessões, até para que não sejam lesivas ao interesse público”, disse o relator.
A CPI também deverá encaminhar diversas sugestões ao Poder Judiciário, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas. Segundo Fabrício, órgãos como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) precisam de melhor definição nos seus papeis de fiscalização dos pedágios. A tabela de insumos adotados pelas empresas nas obras das rodovias deve seguir aquelas previstas pelo DER. A retomada das ações judiciais também é outro ponto importante destacado pela CPI, além da desoneração de tributos e a implantação de um sistema de contagem de fluxo de carros nas praças, que hoje não existe.
O relatório final da CPI do Pedágio será encaminhado ao presidente do Poder Legislativo, deputado Valdir Rossoni (PSDB), para que, em seguida, seja discutido e votado pelos parlamentares em Plenário.
[podcast id=2414 /]
Notícias Relacionadas
10:00
Assembleia sedia cerimônia de premiação do Selo Paraná
O evento é promovido pela Secretaria da Fazenda do Paraná (Sefa/PR) e acontece quarta-feira (22), às 14 horas, no Plenário da Casa.
Leia mais
17:00
Deputados destacam ações de cidadania e aproximação com a população na Assembleia Itinerante na ExpoLondrina
Programação reúne estudante s e comunidade em atividades educativas sobre o Legislativo e o processo de elaboração das leis
Leia mais
18:29
Audiência pública debateu saúde mental dos profissionais da segurança pública no Paraná
Evento foi proposto pelo deputado Tito Barichello (União) e ocorreu no Plenarinho da Casa de Leis.
Leia mais
13:23
Assembleia Legislativa do Paraná sedia evento sobre Selo ABNT de boas práticas no combate à violência contra as mulheres
Leia mais