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Legislativo promove audiência pública para debater as alterações do Código Florestal
O deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB), presidente da Comissão, explica que essa audiência vai tratar da "uniformização das informações técnicas e científicas".
15h07
por Nádia Fontana
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 / 4049
2 min de leitura
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A Comissão de Ecologia e Meio Ambiente (CEMA) da Assembleia Legislativa promoverá no próximo dia 15 de setembro uma audiência pública para debater as propostas de alteração do Código Florestal brasileiro. O evento acontece no Plenarinho da Casa, a partir das 14 horas.
O deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB), presidente da Comissão, explica que essa audiência vai tratar da “uniformização das informações técnicas e científicas”. Para ele, ao analisar a reforma do Código Florestal é preciso ter ciência de que “preservação” e “produção” não podem ser pontos de vista dissociados. “É preciso preservar para poder produzir. Os ambientalistas não são contra a produção, eles querem a produção. Mas não a produção a qualquer custo, só para a próxima safra. O grande tesouro que nós temos é a terra, a água, o solo. Se a gente não cuidar desse tesouro, não vai ter produção.”
Remuneração – Cheida defende ainda o pagamento por serviços ambientais. O que, em linhas gerais, consiste na remuneração de produtores rurais – inclusive os pequenos agricultores, familiares – que mantiverem espaços de reserva ou proteção ambiental em suas propriedades. “Da mesma forma que temos a Lei de Crimes Ambientais, que pune quem destrói a natureza, é preciso bonificar quem beneficia a sociedade preservando o meio ambiente.”
A Comissão de Ecologia e Meio Ambiente é uma das 25 comissões permanentes do Poder Legislativo paranaense. Além de Cheida, integram essa comissão Rasca Rodrigues (PV), Cantora Mara Lima (PSDB), Elton Welter (PT), Hermas Brandão Júnior (PSB), Pedro Lupion (DEM) e Jonas Guimarães (PMDB).
O deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB), presidente da Comissão, explica que essa audiência vai tratar da “uniformização das informações técnicas e científicas”. Para ele, ao analisar a reforma do Código Florestal é preciso ter ciência de que “preservação” e “produção” não podem ser pontos de vista dissociados. “É preciso preservar para poder produzir. Os ambientalistas não são contra a produção, eles querem a produção. Mas não a produção a qualquer custo, só para a próxima safra. O grande tesouro que nós temos é a terra, a água, o solo. Se a gente não cuidar desse tesouro, não vai ter produção.”
Remuneração – Cheida defende ainda o pagamento por serviços ambientais. O que, em linhas gerais, consiste na remuneração de produtores rurais – inclusive os pequenos agricultores, familiares – que mantiverem espaços de reserva ou proteção ambiental em suas propriedades. “Da mesma forma que temos a Lei de Crimes Ambientais, que pune quem destrói a natureza, é preciso bonificar quem beneficia a sociedade preservando o meio ambiente.”
A Comissão de Ecologia e Meio Ambiente é uma das 25 comissões permanentes do Poder Legislativo paranaense. Além de Cheida, integram essa comissão Rasca Rodrigues (PV), Cantora Mara Lima (PSDB), Elton Welter (PT), Hermas Brandão Júnior (PSB), Pedro Lupion (DEM) e Jonas Guimarães (PMDB).
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