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Líderes indicam nomes para CEI que investigará Museu de Vila Velha
11h02
por Sandra C. Pacheco
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 / 4049
2 min de leitura
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Já está em condições de ser instalada a Comissão Especial de Investigação (CEI) criada na Assembleia Legislativa para tratar de assuntos relacionados ao Museu de Geologia e Paleontologia do Parque Estadual de Vila Velha (MGP). Cumprindo procedimento regimental, as lideranças partidárias já indicaram os deputados que irão compô-la: Jonas Guimarães (PMDB), Antonio Anibelli Neto (PMDB), Bernardo Ribas Carli (PSDB), Cantora Mara Lima (PSDB, indicada pelo DEM), Péricles de Mello (PT), Pastor Edson Praczyk (PRB, indicado pelo bloco PSB/PSC/PRB) e Marcelo Rangel (PPS, indicado pelo bloco PPS/PMN). A criação da CEI foi requerida pelo deputado Praczyk e aprovada na sessão plenária de 29 de novembro do ano passado.
O museu é um projeto da Fundação João José Bigarella (Funabi) para estudos e conservação da natureza. Sua edificação, coordenada pela Mineropar, foi concluída no final de 2007 com investimentos de aproximadamente R$ 3 milhões. O espaço, com quase quatro mil metros quadrados, compreende locais para exposição, auditório e área para atividades educativas, sala de informática e uma biblioteca. Mas para que possa ser inaugurado e comece a funcionar há necessidade de conclusão do circuito expositivo.
Como o museu foi construído em uma unidade de preservação ambiental, a fundação só conseguirá receber os recursos internacionais e os já canalizados através da Lei Rouanet mediante a celebração de convênio de cessão do espaço com o governo do Paraná. A falta desse documento fez a instituição perder recursos da ordem de R$ 1 milhão da Petrobrás e pode levar à perda de outros R$ 2 milhões, já canalizados através da lei Rouanet.
O museu é um projeto da Fundação João José Bigarella (Funabi) para estudos e conservação da natureza. Sua edificação, coordenada pela Mineropar, foi concluída no final de 2007 com investimentos de aproximadamente R$ 3 milhões. O espaço, com quase quatro mil metros quadrados, compreende locais para exposição, auditório e área para atividades educativas, sala de informática e uma biblioteca. Mas para que possa ser inaugurado e comece a funcionar há necessidade de conclusão do circuito expositivo.
Como o museu foi construído em uma unidade de preservação ambiental, a fundação só conseguirá receber os recursos internacionais e os já canalizados através da Lei Rouanet mediante a celebração de convênio de cessão do espaço com o governo do Paraná. A falta desse documento fez a instituição perder recursos da ordem de R$ 1 milhão da Petrobrás e pode levar à perda de outros R$ 2 milhões, já canalizados através da lei Rouanet.
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