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No caso do afastamento do conselheiro do TCE, Rossoni diz que a Assembleia cumprirá o que a Justiça determinar
15h47
por Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Valdir Rossoni (PSDB), em entrevista coletiva nesta segunda-feira (2), disse aos jornalistas que pretende aguardar a decisão de mérito da Justiça em relação ao recente afastamento do conselheiro Fábio Camargo do Tribunal de Contas do Estado. Rossoni afirmou que vai cumprir aquilo que for definido pelo Judiciário e, se necessário, abrirá novo procedimento eleitoral na Casa, para a escolha de novo conselheiro. “Não vou discutir a decisão da Justiça. Decisão judicial é para ser cumprida. Mas gostaríamos muito de fazer uma nova eleição. Ficaria muito bom para a Assembleia e também para o processo de transparência que implantamos aqui. Cabe agora aguardarmos o posicionamento do Judiciário”, analisou.
Segundo Rossoni, embora a eleição para o TCE realizada pela Assembleia Legislativa tenha sido alvo de críticas, até pela participação de dois deputados no pleito, ele entende que o trabalho realizado pela Comissão Especial que analisou as candidaturas ao cargo de conselheiro foi correto. “O processo foi transparente. A comissão fez um belo trabalho. A comissão não errou. Demos total abertura para os candidatos se manifestarem em Plenário, inclusive para criticarem o sistema constitucionalmente previsto. Mas para que deputados não participem do processo, como querem alguns, é preciso mudar a Constituição Federal”, ponderou.
Rossoni reafirmou que a definição sobre o assunto, em todo caso, caberá ao Poder Judiciário, até porque a decisão que afastou o conselheiro é liminar. “Vamos esperar, até porque é a decisão de uma desembargadora e cabe ao Tribunal Pleno analisar a situação. A Assembleia vai cumprir aquilo que for determinado”.
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Segundo Rossoni, embora a eleição para o TCE realizada pela Assembleia Legislativa tenha sido alvo de críticas, até pela participação de dois deputados no pleito, ele entende que o trabalho realizado pela Comissão Especial que analisou as candidaturas ao cargo de conselheiro foi correto. “O processo foi transparente. A comissão fez um belo trabalho. A comissão não errou. Demos total abertura para os candidatos se manifestarem em Plenário, inclusive para criticarem o sistema constitucionalmente previsto. Mas para que deputados não participem do processo, como querem alguns, é preciso mudar a Constituição Federal”, ponderou.
Rossoni reafirmou que a definição sobre o assunto, em todo caso, caberá ao Poder Judiciário, até porque a decisão que afastou o conselheiro é liminar. “Vamos esperar, até porque é a decisão de uma desembargadora e cabe ao Tribunal Pleno analisar a situação. A Assembleia vai cumprir aquilo que for determinado”.
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