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Oposição Vota Contra Ldo
20h03
Fonte: Assessoria Liderança da Oposição
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Pela primeira vez na história da Assembléia Legislativa, deputados votaram contra o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Na tarde desta terça-feira (10), quinze deputados da oposição votaram contrários a aprovação do Substitutivo Geral da Comissão de Orçamento que se baseou na Mensagem original da LDO encaminhada em 13 de abril. Os parlamentares apresentaram, ao final da sessão, um requerimento justificando o voto contrário. Segundo os deputados, não dá para aprovar uma LDO após desencontros de informações contábeis no balanço das contas do governo. Em abril a LDO foi apresentada com dados do balanço publicado em 31 de janeiro. Ocorre que em 15 de junho o governo estadual publicou um novo balanço com valores totalmente diferentes, inclusive retirando dívidas com a ParanáPrevidência. O deputado Élio Rusch (DEM) questionou a votação e pediu que ela fosse adiada. Apesar das argumentações da bancada de Oposição a LDO foi votada. “Votando a LDO da maneira que está é como se criássemos uma peça de ficção, porque ela foi feita em abril com números anteriores à nova publicação do Balanço”, argumentou Rusch. Chove e não molha O deputado Luiz Carlos Martins (PDT) cobrou na tarde desta terça-feira (10) ações efetivas por parte do secretário de Segurança para coibir o aumento da criminalidade em Curitiba e região.Martins leu relatos de paranaenses que recentemente passaram por alguma situação de risco na Capital. Em um desses relatos era cobrada uma atitude do secretário Delazari. “Esse secretário de Segurança que se levante da cadeira e coloque mais policiais preparados nas ruas para servir a população”.O deputado questionou a morosidade do governo em agir para melhorar a segurança, não só em Curitiba e região, mas em todo o Estado. “Parece que tudo está uma maravilha, mas não está. Será que teremos que sair daqui e ir às ruas para ver o que está acontecendo?”, questionou Martins. Ele destacou ainda que a indefinição do secretário em permanecer no cargo ou retornar à função de promotor público tem atrapalhado os trabalhos da Secretaria. “Ele não pode ficar no chove não molha. Vivemos uma situação de desespero, tanto que ele já está sendo chamado de secretário da insegurança. Ele precisa tomar uma atitude logo”, concluiu o parlamentar.
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