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Pedágio é Herança Maldita, Diz Nereu Moura
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Em discurso inflamado da tribuna da Assembléia Legislativa, o deputado estadual Nereu Moura (PMDB), primeiro secretário da Casa, defendeu, no início deste mês, a gestão do governo Roberto Requião, a começar pelas ações que estão sendo realizadas no sentido de eliminar o pedágio, que ele classifica como “herança maldita”. O parlamentar lembrou ainda que “hoje, os pais e mães do pedágio, aqueles que o defendiam no governo passado, estão rejeitando o filho”.Antes de 2003, de acordo com o deputado, o pedágio era tratado com sigilo absoluto e não com a transparência que acontece no atual governo. Na oportunidade, ele parabenizou o secretário dos Transportes, Waldyr Pugliesi e o diretor-geral do DER, Rogério Tissot que debateram o tema “de forma clara e objetiva”, na apresentação que fizeram aos parlamentares paranaenses, na última segunda-feira. Nereu fez questão de enfatizar que o governador Requião não omite informações e não tenta cercear nenhum requerimento feito pelos deputados, “atitude comum nos oito anos do governo anterior”. No pronunciamento, ele enfatizou que o PMDB do Paraná governa com o mesmo discurso e com a mesma prática que nortearam as ações do partido quando estava na oposição.PromessasO primeiro secretário da Assembléia Legislativa classificou o governo anterior como “doutor em promessas não cumpridas”. A título de exemplo, ele citou a Universidade das Américas, projeto que nunca saiu do papel e os Jogos Mundiais da Natureza, que custaram aos cofres públicos US$ 80 milhões, “estruturas jogadas às moscas”. O deputado peemedebista citou ainda o aeroporto regional de Cascavel e a duplicação da rodovia Cascavel a Foz do Iguaçu, como projetos que só ficaram no anúncio. Nereu lembrou também o Parque Tecnológico do Sudoeste, “mais uma das inúmeras promessas não cumpridas pelo governo passado”.Desde a posse de Requião, de acordo com o deputado peemedebista, o Paraná mudou na política e na gestão da coisa pública. “Agora, não precisamos vender a Copel, o Banestado, os royaltes de Itaipu ou as ações da Sanepar para que o Estado honre com os compromissos financeiros assumidos”, finalizou.
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