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Representantes da Fipe frustram CPI e não confirmam desequilíbrio nos contratos do pedágio
15h43
por Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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A participação de representantes da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Pedágio na manhã desta terça-feira (3), na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa, não trouxe aos deputados posicionamentos conclusivos sobre as concessões das rodovias pedagiadas no Paraná.
Segundo o relator, deputado Douglas Fabrício (PPS), embora o convite tenha sido feito pela CPI para que a instituição apresentasse uma análise econômica e financeira aprofundada sobre os contratos, ela se limitou a dizer que o estudo realizado ainda não era conclusivo. “A minha expectativa era outra, de que eles pudessem nos apresentar dados mais concretos e objetivos sobre o tema, com apontamentos sobre cada trecho, revisão de tarifas e planos de obras e com outras possíveis sugestões. Mas isso não aconteceu”, afirmou.
A posição da Fipe é de que ainda é cedo para se falar em desequilíbrio financeiro em desfavor do Estado ou das empresas concessionárias, uma vez que alguns dados e informações importantes, que deveriam ser repassadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), ainda não foram apresentados. “É natural que tenha havido alguma decepção por parte dos deputados, até porque este trabalho é preliminar, não é conclusivo. Ainda é cedo para fazer suposições”, disse Fernando Albino de Oliveira, da Fipe.
Ainda no começo da reunião duas economistas ligadas à Fipe apresentaram um resumo sobre os objetivos do levantamento contratado pelo Governo do Estado, considerando a situação global do processo de concessão de rodovias e não individualizando trechos ou lotes específicos. Na opinião do deputado Nereu Moura (PMDB), a participação da fundação não aprofundou o debate. “Esta sendo feito um esforço danado para se explicar algo que não está explicado, utilizando de economês. Mas este depoimento da Fipe está sendo pouco esclarecedor”, acrescentou.
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Segundo o relator, deputado Douglas Fabrício (PPS), embora o convite tenha sido feito pela CPI para que a instituição apresentasse uma análise econômica e financeira aprofundada sobre os contratos, ela se limitou a dizer que o estudo realizado ainda não era conclusivo. “A minha expectativa era outra, de que eles pudessem nos apresentar dados mais concretos e objetivos sobre o tema, com apontamentos sobre cada trecho, revisão de tarifas e planos de obras e com outras possíveis sugestões. Mas isso não aconteceu”, afirmou.
A posição da Fipe é de que ainda é cedo para se falar em desequilíbrio financeiro em desfavor do Estado ou das empresas concessionárias, uma vez que alguns dados e informações importantes, que deveriam ser repassadas pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER), ainda não foram apresentados. “É natural que tenha havido alguma decepção por parte dos deputados, até porque este trabalho é preliminar, não é conclusivo. Ainda é cedo para fazer suposições”, disse Fernando Albino de Oliveira, da Fipe.
Ainda no começo da reunião duas economistas ligadas à Fipe apresentaram um resumo sobre os objetivos do levantamento contratado pelo Governo do Estado, considerando a situação global do processo de concessão de rodovias e não individualizando trechos ou lotes específicos. Na opinião do deputado Nereu Moura (PMDB), a participação da fundação não aprofundou o debate. “Esta sendo feito um esforço danado para se explicar algo que não está explicado, utilizando de economês. Mas este depoimento da Fipe está sendo pouco esclarecedor”, acrescentou.
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