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Sessão solene marca os 160 anos da Polícia Civil paranaense
18h04
por Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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O Poder Legislativo estadual prestou homenagem aos 160 anos da Polícia Civil do Paraná, no final da tarde desta sexta-feira (13). A sessão solene aconteceu no Plenário da Assembleia Legislativa, conforme proposição do deputado Ney Leprevost (PSD). O secretário de Estado da Segurança Pública, Cid Vasques, além do delegado chefe da Polícia Civil, Riad Braga Farhat, participaram do evento. Sessenta policiais, que ocuparam diferentes cargos na instituição, receberam ainda menções honrosas da Casa.
“A Polícia Civil merece o reconhecimento da sociedade. A maioria absoluta dos policiais é correta. E hoje fazemos esta solenidade pelo seu aniversário de fundação aqui na Assembleia Legislativa, prestando homenagem aos valorosos policiais que servem à população. É uma forma deste Poder, de forma republicana, e de respeito às instituições, fazer as devidas honras à Polícia Civil”, disse Leprevost.
Para o secretário de Estado da Segurança Pública, atualmente a polícia vive um período de mudanças pontuais para aperfeiçoar os seus quadros e melhorar sua estrutura, para melhor e mais eficiente combate à criminalidade. “É uma satisfação participar desta solenidade. A Polícia Civil passa por um momento de transição, ajudando o governo e as demais forças de segurança na manutenção da tranquilidade da população. A homenagem da Assembleia é justa, porque é aqui que o povo do Paraná está também representado e esta instituição merece este reconhecimento”, analisou Vasques.
Na ocasião, a memória do superintendente da Delegacia de Campo Largo, Marcos Antônio Gogola, morto recentemente em serviço, também foi lembrada, assim como a de outros policiais que perderam a vida no exercício da função. “São 160 anos de história, de luta e de serviços ao povo paranaense. Tenho o maior orgulho em fazer parte da Polícia Civil. E ainda a homenagem àqueles policiais que perderam a vida combatendo a criminalidade. A polícia atua 365 dias ao ano, de forma incansável, para prestar bons e relevantes serviços aos cidadãos”, afirmou o delegado chefe da PC, Riad Braga Farhat.
Ainda simbolicamente, houve a instalação da Academia de Letras da Polícia Civil. O príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve presente na solenidade. “Meus ancestrais criaram a Polícia Civil. E ela mudou muito desde então, juntamente com a sociedade. Mas certamente ela não mudou suas tradições e seus princípios”, reconheceu o príncipe.
“A Polícia Civil merece o reconhecimento da sociedade. A maioria absoluta dos policiais é correta. E hoje fazemos esta solenidade pelo seu aniversário de fundação aqui na Assembleia Legislativa, prestando homenagem aos valorosos policiais que servem à população. É uma forma deste Poder, de forma republicana, e de respeito às instituições, fazer as devidas honras à Polícia Civil”, disse Leprevost.
Para o secretário de Estado da Segurança Pública, atualmente a polícia vive um período de mudanças pontuais para aperfeiçoar os seus quadros e melhorar sua estrutura, para melhor e mais eficiente combate à criminalidade. “É uma satisfação participar desta solenidade. A Polícia Civil passa por um momento de transição, ajudando o governo e as demais forças de segurança na manutenção da tranquilidade da população. A homenagem da Assembleia é justa, porque é aqui que o povo do Paraná está também representado e esta instituição merece este reconhecimento”, analisou Vasques.
Na ocasião, a memória do superintendente da Delegacia de Campo Largo, Marcos Antônio Gogola, morto recentemente em serviço, também foi lembrada, assim como a de outros policiais que perderam a vida no exercício da função. “São 160 anos de história, de luta e de serviços ao povo paranaense. Tenho o maior orgulho em fazer parte da Polícia Civil. E ainda a homenagem àqueles policiais que perderam a vida combatendo a criminalidade. A polícia atua 365 dias ao ano, de forma incansável, para prestar bons e relevantes serviços aos cidadãos”, afirmou o delegado chefe da PC, Riad Braga Farhat.
Ainda simbolicamente, houve a instalação da Academia de Letras da Polícia Civil. O príncipe Dom Bertrand de Orleans e Bragança esteve presente na solenidade. “Meus ancestrais criaram a Polícia Civil. E ela mudou muito desde então, juntamente com a sociedade. Mas certamente ela não mudou suas tradições e seus princípios”, reconheceu o príncipe.
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