Notícia
Site da ALEP disponibiliza fac-símile da lei que emancipou o Paraná há 160 anos
Sandra C. Pacheco
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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Como forma de marcar a celebração da emancipação do Paraná, comemorada no dia 19 de dezembro, o site da Assembleia Legislativa está disponibilizando desde a última quinta-feira (19) o fac-símile da Lei Imperial nº 704, de 26 de agosto de 1853, dando autonomia ao Estado que figurara de 1820 até então como a Quinta Comarca de São Paulo. O texto pode ser conferido na íntegra através deste link: clique aqui.
Em seu art. 3º o diploma constitui o embrião da Assembleia Legislativa, dispondo que “a Província do Paraná dará um senador e um deputado à Assembleia Geral; sua Assembleia Provincial constará de 20 membros”. Com uma economia que passava de um longo domínio por parte do tropeirismo (comércio de gado e outras mercadorias pelos tropeiros) ao longo do Caminho do Viamão para a expansão da produção de erva mate, o Paraná começava a receber na época as primeiras colônias de imigrantes alemães, italianos e poloneses que se concentraram nos arredores de Curitiba e atuaram de forma significativa na expansão da cultura agrícola.
A Província só foi efetivamente instalada quatro meses após a assinatura da lei emancipatória pelo Imperador D. Pedro II, e teve como primeiro presidente o baiano Zacarias de Góes Vasconcelos, que se viu diante do desafio de povoar um território até então considerado desabitado. A escolha da capital se deu um ano depois, e concorreram ao posto Paranaguá, Curitiba, Castro e Lapa, todas com semelhante área territorial e população: entre seis e sete mil habitantes. Curitiba foi a escolhida porque estava estrategicamente localizada no centro das quatro e era a mais rica e importante.
Em seu art. 3º o diploma constitui o embrião da Assembleia Legislativa, dispondo que “a Província do Paraná dará um senador e um deputado à Assembleia Geral; sua Assembleia Provincial constará de 20 membros”. Com uma economia que passava de um longo domínio por parte do tropeirismo (comércio de gado e outras mercadorias pelos tropeiros) ao longo do Caminho do Viamão para a expansão da produção de erva mate, o Paraná começava a receber na época as primeiras colônias de imigrantes alemães, italianos e poloneses que se concentraram nos arredores de Curitiba e atuaram de forma significativa na expansão da cultura agrícola.
A Província só foi efetivamente instalada quatro meses após a assinatura da lei emancipatória pelo Imperador D. Pedro II, e teve como primeiro presidente o baiano Zacarias de Góes Vasconcelos, que se viu diante do desafio de povoar um território até então considerado desabitado. A escolha da capital se deu um ano depois, e concorreram ao posto Paranaguá, Curitiba, Castro e Lapa, todas com semelhante área territorial e população: entre seis e sete mil habitantes. Curitiba foi a escolhida porque estava estrategicamente localizada no centro das quatro e era a mais rica e importante.