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Superintendente da Appa fala sobre ações e metas da atual gestão
Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4049/4188
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O Poder Legislativo abriu o Grande Expediente da sessão plenária desta segunda-feira (23) para o superintendente dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa), Luiz Henrique Tessuti Dividino. O gestor apresentou aos deputados as metas e ações que pretende implantar para o desenvolvimento da autarquia. O espaço foi aberto ao superintendente após o convite formulado pelo presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga possíveis irregularidades na Appa, deputado Douglas Fabrício (PPS).
Dividino falou por mais de duas horas e respondeu questionamentos de vários parlamentares. Segundo o superintendente, o porto deve ser o cartão de visitas do estado e necessita de investimentos em infraestrutura e tecnologia, embora seja uma referência entre os portos brasileiros. “A função do porto é fazer a indústria chegar além mar. Precisamos investir em tecnologia para conhecermos a fundo o que podemos fazer. Ninguém tem a versatilidade do porto de Paranaguá. O problema é que estamos sucateados”.
O superintendente disse ainda que vem sendo feito um levantamento para a reestruturação de equipamentos para atracação, além da remodelação do setor de exportação e na unidade de processamento de produtos para aumentar a velocidade de descarga, além da dragagem em Paranaguá e Antonina. Entre diversas indagações dos parlamentares, uma delas foi relacionada às ações trabalhistas que consomem do caixa do porto o equivalente a R$ 50 milhões por ano. “Existem muitos casos de desvio de função, de horas extras. É uma situação delicada. Estamos atuando neste sentido e a Procuradoria Geral do Estado (PGE) está nos ajudando na reestruturação do quadro do porto”.
Ipem – Outra iniciativa anunciada pelo atual chefe da autarquia é a possibilidade de uma parceria com o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem), que vai auxiliar na quantificação das cargas. “Estamos pensando em colocar uma unidade do Ipem no porto. Esta será uma medida inédita e importante. Estamos aguardando a definição de viabilidade por parte do Ipem e tenho certeza que isso vai nos ajudar em muito”, analisou Dividino.
Para o presidente da CPI, Douglas Fabrício, a presença do superintendente no Legislativo foi extremamente esclarecedora e oportunizou aos deputados os questionamentos sobre a administração dos portos. Fabrício disse ainda que mesmo tendo assumido o cargo muito recentemente, o atual chefe da Appa mostrou profundo conhecimento da metodologia de funcionamento do porto e já iniciou uma série de importantes medidas de melhoria. “Ele trouxe uma série de informações para o futuro do porto e mostrou conhecimento, mesmo pelo pouco tempo à frente da superintendência. E também já mostrou que tomou decisões importantes, como a sindicância envolvendo recente denúncia de desvio de cargas. E buscou ainda o Ipem para uma parceria estratégica para sanar estes problemas”.
Dividino falou por mais de duas horas e respondeu questionamentos de vários parlamentares. Segundo o superintendente, o porto deve ser o cartão de visitas do estado e necessita de investimentos em infraestrutura e tecnologia, embora seja uma referência entre os portos brasileiros. “A função do porto é fazer a indústria chegar além mar. Precisamos investir em tecnologia para conhecermos a fundo o que podemos fazer. Ninguém tem a versatilidade do porto de Paranaguá. O problema é que estamos sucateados”.
O superintendente disse ainda que vem sendo feito um levantamento para a reestruturação de equipamentos para atracação, além da remodelação do setor de exportação e na unidade de processamento de produtos para aumentar a velocidade de descarga, além da dragagem em Paranaguá e Antonina. Entre diversas indagações dos parlamentares, uma delas foi relacionada às ações trabalhistas que consomem do caixa do porto o equivalente a R$ 50 milhões por ano. “Existem muitos casos de desvio de função, de horas extras. É uma situação delicada. Estamos atuando neste sentido e a Procuradoria Geral do Estado (PGE) está nos ajudando na reestruturação do quadro do porto”.
Ipem – Outra iniciativa anunciada pelo atual chefe da autarquia é a possibilidade de uma parceria com o Instituto de Pesos e Medidas do Paraná (Ipem), que vai auxiliar na quantificação das cargas. “Estamos pensando em colocar uma unidade do Ipem no porto. Esta será uma medida inédita e importante. Estamos aguardando a definição de viabilidade por parte do Ipem e tenho certeza que isso vai nos ajudar em muito”, analisou Dividino.
Para o presidente da CPI, Douglas Fabrício, a presença do superintendente no Legislativo foi extremamente esclarecedora e oportunizou aos deputados os questionamentos sobre a administração dos portos. Fabrício disse ainda que mesmo tendo assumido o cargo muito recentemente, o atual chefe da Appa mostrou profundo conhecimento da metodologia de funcionamento do porto e já iniciou uma série de importantes medidas de melhoria. “Ele trouxe uma série de informações para o futuro do porto e mostrou conhecimento, mesmo pelo pouco tempo à frente da superintendência. E também já mostrou que tomou decisões importantes, como a sindicância envolvendo recente denúncia de desvio de cargas. E buscou ainda o Ipem para uma parceria estratégica para sanar estes problemas”.
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