Tem que meter a colher, sim!
“Em briga de marido e mulher devemos meter a colher!” O que você pensa sobre a mudança desse pensamento coletivo, disseminado a partir de um antigo ditado popular? A ideia é conscientizar e criar uma rede de proteção em torno das mulheres que ainda no século XXI, diariamente, são vítimas da violência doméstica praticada por maridos, namorados e companheiros.
Aqui na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) foi criada a Procuradoria Especial da Mulher, um órgão de defesa dos direitos femininos, que trabalha na fiscalização e estruturação da rede de proteção à mulher no estado e nos municípios. O canal está aberto para receber denúncias de discriminação e violência contra a mulher, promovendo os encaminhamentos necessários em busca de soluções rápidas e eficazes. A atual Procuradora da Mulher na Alep é a deputada Cristina Silvestri (PPS).
Assim, você, mulher, pode contatar a Procuradoria Especial para sanar dúvidas e pedir auxílio no encaminhamento de situações voltadas à violência de gênero e empoderamento feminino. É só fazer contato através do e-mail procuradoriadamulher@assembleia.pr.leg.br ou pelo telefone (41) 3350-4233.
Casa dá apoio – Em Curitiba a Casa da Mulher Brasileira (CMB) também oferece atendimento a mulheres que sofrem algum tipo de violência, seja física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral. Ali, elas encontram serviços integrados e a possibilidade de se libertar do ciclo de violência. O local conta com um trabalho de acolhimento e apoio psicossocial (assistentes sociais e psicólogas), a Delegacia da Mulher, a Defensoria Pública, o Juizado de Violência Doméstica e Familiar, o Ministério Público, a Patrulha Maria da Penha, programas voltados à autonomia econômica das mulheres e brinquedoteca.
Ligue 180 ou 190 – As Delegacias da Mulher, instaladas em diversas regiões do Paraná, são locais indicados para que vítimas de qualquer forma de violência doméstica busquem ajuda e orientação logo ao primeiro sinal de abuso.
Onde não existe uma delegacia especializada, quem precisar denunciar qualquer tipo de abuso, casual ou recorrente, pode dirigir-se à Delegacia de Polícia Civil da localidade, ou ainda, fazer a denúncia pelos números 181 ou 180.
Já em casos de urgência e emergência, ou seja, no exato momento que a agressão esteja acontecendo, a orientação é que quem sofre, ou quem presencie o fato, ligue no 190, da Polícia Militar.
Se você tem uma história bacana para compartilhar, fotos ou sugestões, fale com a gente entrenos@assembleia.pr.leg.br