NOTÍCIA
Notícia
Violência doméstica será tema de pronunciamento na Assembleia
12h37
por Nádia Fontana
Fonte: Assessoria de Imprensa - (41) 33504188/4049
2 min de leitura
1.134 visualizações
Durante a sessão ordinária da Assembleia Legislativa da próxima segunda-feira (15), no horário do Grande Expediente, a coordenadora do Projeto RAABE, Alessandra da Silva Soares, falará sobre o movimento e a função social da Lei Maria da Penha. O pronunciamento acontece por proposição do deputado Pastor Edson Praczyk (PRB).
De acordo com o parlamentar, o Projeto RAABE pretende combater a violência doméstica através da realização de encontros mensais com palestras e orientações gratuitas de advogados, psicólogas e assistentes sociais, reunindo mulheres que foram vítimas de todo e qualquer tipo de violência. Este movimento começou nos Estados Unidos há cerca de dois anos, e já está organizado em cinco países.
No Brasil existe em vários estados, apenas com mulheres voluntárias que realizam visitas e ouvindo o relato daquelas que já sofreram violência física ou psicológica, prestando todo tipo de assistência e incentivando a denúncia, que é recebida de forma anônima. A partir daí é feito o encaminhamento para órgãos competentes.
Conscientização - O grupo, que usa como símbolo um lenço escarlate, realiza também a distribuição de panfletos nas ruas das cidades, alertando para a necessidade de denunciar os agressores. Assinalam ainda que a violência faz vítimas de todas as classes sociais, envolvendo brigas domésticas, uso de drogas e bebidas alcoólicas. Recentemente, durante um encontro com o deputado Pastor Edson, elas destacaram que mesmo com a Lei Maria da Penha, que prevê severas penas aos agressores, a cada 15 segundos uma brasileira é vítima de violência.
Desde 1991, no Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, em 25 de novembro, acontece uma ampla divulgação do trabalho do grupo. Segundo os organizadores do movimento, o projeto é chamado de RAABE devido à história relatada na Bíblia de uma jovem mulher que tinha esse nome, e que vivia como prostituta. Porém, ao ouvir falar do Deus, ela decidiu começar uma nova vida, largando todo o seu passado para seguir sua fé.
De acordo com o parlamentar, o Projeto RAABE pretende combater a violência doméstica através da realização de encontros mensais com palestras e orientações gratuitas de advogados, psicólogas e assistentes sociais, reunindo mulheres que foram vítimas de todo e qualquer tipo de violência. Este movimento começou nos Estados Unidos há cerca de dois anos, e já está organizado em cinco países.
No Brasil existe em vários estados, apenas com mulheres voluntárias que realizam visitas e ouvindo o relato daquelas que já sofreram violência física ou psicológica, prestando todo tipo de assistência e incentivando a denúncia, que é recebida de forma anônima. A partir daí é feito o encaminhamento para órgãos competentes.
Conscientização - O grupo, que usa como símbolo um lenço escarlate, realiza também a distribuição de panfletos nas ruas das cidades, alertando para a necessidade de denunciar os agressores. Assinalam ainda que a violência faz vítimas de todas as classes sociais, envolvendo brigas domésticas, uso de drogas e bebidas alcoólicas. Recentemente, durante um encontro com o deputado Pastor Edson, elas destacaram que mesmo com a Lei Maria da Penha, que prevê severas penas aos agressores, a cada 15 segundos uma brasileira é vítima de violência.
Desde 1991, no Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher, em 25 de novembro, acontece uma ampla divulgação do trabalho do grupo. Segundo os organizadores do movimento, o projeto é chamado de RAABE devido à história relatada na Bíblia de uma jovem mulher que tinha esse nome, e que vivia como prostituta. Porém, ao ouvir falar do Deus, ela decidiu começar uma nova vida, largando todo o seu passado para seguir sua fé.
Notícias Relacionadas
10:35
Procuradoria da Mulher da Assembleia realiza Audiência Pública em alusão aos 17 anos da Lei Maria da Penha
No ano passando, segundo o CNJ, foram concedidas mais de 400 mil medidas protetivas para as mulheres.
Leia mais
17:47
Marco no enfrentamento à violência doméstica, Lei Maria da Penha completa 17 anos
Deputadas paranaenses comentam avanços promovidos pela legislação, considerada uma referência internacional e que foi promulgada em 7 de agosto de 2006.
Leia mais
12:18
Projeto do deputado Ney Leprevost (União) reforça importância de denunciar violência contra mulher
Leia mais
18:59
Assembleia discute criação de conselho integrado para combater violência contra a mulher
Leia mais