Projeto de lei aprovado pela Assembleia rende homenagem da Copel ao deputado Hussein Bakri

20/02/2020 16h16 | por Diretoria de Comunicação com assessoria parlamentar
Guto Silva, Chefe da Casa Civil; deputado Hussein Bakri; Daniel Slaviero, presidente da Copel; e Max Orfali, diretor da Copel Distribuição.

Guto Silva, Chefe da Casa Civil; deputado Hussein Bakri; Daniel Slaviero, presidente da Copel; e Max Orfali, diretor da Copel Distribuição.Créditos: Euclides Garcia

Guto Silva, Chefe da Casa Civil; deputado Hussein Bakri; Daniel Slaviero, presidente da Copel; e Max Orfali, diretor da Copel Distribuição.

Autor da lei que estabelece uma faixa de segurança para plantio próximo às redes elétricas, o deputado Hussein Bakri (PSD), líder do Governo na Assembleia Legislativa do Paraná, foi homenageado pela Copel nesta semana. Com a presença do presidente da empresa, Daniel Slaviero, e do diretor de distribuição, Max Orfali, o parlamentar recebeu uma placa de reconhecimento por garantir “mais segurança e qualidade no fornecimento de energia à população do Paraná, o que se traduz no desenvolvimento do estado”.

“Não há nada mais recompensador para um homem público do que ter seu trabalho reconhecido em prol da coletividade. E isso ganha uma dimensão ainda maior quando parte de uma das empresas públicas mais premiadas do Brasil pela sua atuação de excelência. Na verdade, sou eu quem deve render homenagens à Copel pelos serviços prestados a todos os paranaenses e que venho procurando ajudar na função de líder do Governo na Assembleia Legislativa”, afirmou Hussein Bakri.

Aprovado por unanimidade pelos deputados estaduais, o projeto 533/2019 foi sancionado pelo governador Carlos Massa Ratinho Júnior, dando origem à Lei 20.081/2019. O texto foi redigido por Bakri em parceria com a Copel e com os órgãos ambientais. A Lei estabelece uma faixa de segurança mínima de 15 metros de cada lado da rede e determina que a altura máxima das árvores não poderá ultrapassar 3 metros. Prevê ainda que a poda da vegetação será de responsabilidade do proprietário da terra, exceto nos casos em que houver risco de segurança e a Copel deverá ser acionada. Se as regras não forem cumpridas, a concessionária poderá podar ou mesmo retirar as árvores. O prazo para adequação à nova legislação é de 7 anos.

Segundo a Copel, em algumas regiões do Paraná, a vegetação é responsável por mais de 70% das interrupções no sistema de distribuição de energia elétrica – desde 2014, houve 1,1 milhão de casos. Boa parte deles envolve o reflorestamento de eucaliptos, que, durante vendavais e tempestades, entram em contato com os cabos condutores e deixam casas e fábricas sem luz por várias horas. Há ainda a questão da segurança de pessoas e animais, agravada pelo risco de incêndios florestais.

“Se chega luz às casas, ao comércio, às indústrias de todo o Paraná é por causa da Copel e seus milhares de colaboradores. E, num trabalho conjunto, a Assembleia aprovou esse projeto – agora uma lei –, que vai trazer segurança e qualidade ao fornecimento de energia no estado. Por isso, fizemos questão de agradecer ao deputado Hussein Bakri, que capitaneou todo esse processo”, disse o presidente da Copel.

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