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Assembleia homenageia deputados que estão deixando a Casa após vários mandatos
Sandra C. Pacheco
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
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Na penúltima sessão da Legislatura, realizada na noite desta terça-feira (16), a Assembleia Legislativa homenageou três experientes deputados que estão deixando a Casa: Caíto Quintana (PMDB), Waldyr Pugliesi (PMDB) e Duílio Genari (PP). Os dois primeiros usaram a tribuna para emocionados discursos de despedida, onde reafirmaram seu apreço e seu respeito pela atividade parlamentar como importante sustentáculo da democracia.
Ex-presidente da Comissão Executiva, quatro vezes líder de bancada, duas vezes líder do Governo, relator da Constituinte, corregedor, dois mandatos de secretário de Estado, o gaúcho Caíto Quintana assumiu seu primeiro mandato de deputado estadual em 1983 e, através de sucessivas reeleições, granjeou o respeito e a admiração dos colegas por suas posições conciliadoras e equilibradas.
“Deixo o posto de cabeça erguida por nunca ter me envolvido em falcatruas, e com a tranquilidade de ter feito o melhor que podia. Sempre fui um conciliador, até na discórdia e no enfrentamento. Não acredito que precisamos ser raivosos nem que devamos tecer considerações ofensivas aos nossos adversários ou àqueles que divergem de nós. Pelo contrário, para o bom desempenho do Parlamento o necessário é a convivência na divergência”, ensinou.
Enaltecendo o papel do Legislativo, apesar do espaço limitado de que o Poder dispõe para efetuar as transformações que desejaria, elogiou os esforços da atual Comissão Executiva da Assembleia no sentido de promover as reformas de que a Casa necessitava para tornar suas ações mais abertas e transparentes.
Waldyr Pugliesi referiu-se a si mesmo como “um animal político” que, mesmo afastado das lides do Parlamento, não deixará de atuar nesse campo: “Não vim aqui para desistir agora. É possível fazer política, ainda que sem mandato”. Ele, que começou como vereador em Arapongas, passou pela Prefeitura do município, foi deputado federal constituinte e participou das lutas democráticas empreendidas pelo PMDB nas últimas décadas, em especial no período da ditadura militar, disse ver a política “como um instrumento que os seres humanos criaram para resolver problemas. Não para criá-los”.
Listou os vários momentos decisivos da história política recente do país e agradeceu aos colegas e companheiros de luta, em especial à mulher, a ex-deputada e vereadora em Arapongas, Irondi Pugliesi, e às suas três filhas.
Ex-presidente da Comissão Executiva, quatro vezes líder de bancada, duas vezes líder do Governo, relator da Constituinte, corregedor, dois mandatos de secretário de Estado, o gaúcho Caíto Quintana assumiu seu primeiro mandato de deputado estadual em 1983 e, através de sucessivas reeleições, granjeou o respeito e a admiração dos colegas por suas posições conciliadoras e equilibradas.
“Deixo o posto de cabeça erguida por nunca ter me envolvido em falcatruas, e com a tranquilidade de ter feito o melhor que podia. Sempre fui um conciliador, até na discórdia e no enfrentamento. Não acredito que precisamos ser raivosos nem que devamos tecer considerações ofensivas aos nossos adversários ou àqueles que divergem de nós. Pelo contrário, para o bom desempenho do Parlamento o necessário é a convivência na divergência”, ensinou.
Enaltecendo o papel do Legislativo, apesar do espaço limitado de que o Poder dispõe para efetuar as transformações que desejaria, elogiou os esforços da atual Comissão Executiva da Assembleia no sentido de promover as reformas de que a Casa necessitava para tornar suas ações mais abertas e transparentes.
Waldyr Pugliesi referiu-se a si mesmo como “um animal político” que, mesmo afastado das lides do Parlamento, não deixará de atuar nesse campo: “Não vim aqui para desistir agora. É possível fazer política, ainda que sem mandato”. Ele, que começou como vereador em Arapongas, passou pela Prefeitura do município, foi deputado federal constituinte e participou das lutas democráticas empreendidas pelo PMDB nas últimas décadas, em especial no período da ditadura militar, disse ver a política “como um instrumento que os seres humanos criaram para resolver problemas. Não para criá-los”.
Listou os vários momentos decisivos da história política recente do país e agradeceu aos colegas e companheiros de luta, em especial à mulher, a ex-deputada e vereadora em Arapongas, Irondi Pugliesi, e às suas três filhas.
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