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Assembleia passa a integrar comitê de combate à corrupção
16h41
por Rodrigo Rossi
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
2 min de leitura
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Assembleia Legislativa passa a integrar um comitê formado por órgãos públicos e entidades da sociedade organizada para criar e aperfeiçoar mecanismos anticorrupção. A adesão aconteceu nesta segunda-feira (9), Dia Internacional de Combate à Corrupção, no gabinete da Presidência do Legislativo, com a participação de representantes do Ministério Público estadual, do Tribunal de Contas da União (TCU), da Controladoria Geral da União (CGU), bem como do Observatório Social do Brasil.
“Temos tido, nesta gestão, uma preocupação muito grande com o processo de melhorar a Assembleia, principalmente na sua transparência. Aqui tomamos diversas medidas, fizemos cortes e vamos economizar em torno de 40% do nosso orçamento. Já caminhamos neste sentido e queremos participar deste grupo. Sempre digo que a transparência foi a melhor funcionária que contratei”, disse Rossoni.
Segundo o chefe do Legislativo, é necessário que as ferramentas de combate à corrupção e desvios de conduta no poder público cheguem a todas as esferas. “É importante também que estes mecanismos de eficiência anticorrupção sejam respeitados e sejam válidos para todos. Infelizmente o Poder Legislativo acaba sendo o mais criticado e muitas vezes penalizado de forma injusta. Gostaria, portanto, que o tratamento fosse igual para todos os poderes”, ponderou.
Para o promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná, Eduardo Cambi, o objetivo é que a rede de combate à corrupção seja integrada, inclusive a partir de alterações na legislação. “Órgãos estatais e também privados já fazem parte deste controle social. Nossa proposta é que um grupo de trabalho possa melhorar e combater fortemente a corrupção, inclusive pensando em aperfeiçoamento na legislação”, explicou.
O presidente do Observatório Social do Brasil, Ater Carlos Cristófoli, entidade que acompanha a gestão pública, ressaltou as mudanças já implantadas na Assembleia e que a sua participação é fundamental para a consolidação de um processo de efetiva melhoria na transparência do poder público. “Queremos propor ainda uma agenda legislativa anticorrupção. A Assembleia neste sentido é uma peça importante e fundamental neste processo. Aqui tivemos muitos avanços, mas sempre é possível avançar mais, trabalhando em conjunto”.
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“Temos tido, nesta gestão, uma preocupação muito grande com o processo de melhorar a Assembleia, principalmente na sua transparência. Aqui tomamos diversas medidas, fizemos cortes e vamos economizar em torno de 40% do nosso orçamento. Já caminhamos neste sentido e queremos participar deste grupo. Sempre digo que a transparência foi a melhor funcionária que contratei”, disse Rossoni.
Segundo o chefe do Legislativo, é necessário que as ferramentas de combate à corrupção e desvios de conduta no poder público cheguem a todas as esferas. “É importante também que estes mecanismos de eficiência anticorrupção sejam respeitados e sejam válidos para todos. Infelizmente o Poder Legislativo acaba sendo o mais criticado e muitas vezes penalizado de forma injusta. Gostaria, portanto, que o tratamento fosse igual para todos os poderes”, ponderou.
Para o promotor de Justiça do Ministério Público do Paraná, Eduardo Cambi, o objetivo é que a rede de combate à corrupção seja integrada, inclusive a partir de alterações na legislação. “Órgãos estatais e também privados já fazem parte deste controle social. Nossa proposta é que um grupo de trabalho possa melhorar e combater fortemente a corrupção, inclusive pensando em aperfeiçoamento na legislação”, explicou.
O presidente do Observatório Social do Brasil, Ater Carlos Cristófoli, entidade que acompanha a gestão pública, ressaltou as mudanças já implantadas na Assembleia e que a sua participação é fundamental para a consolidação de um processo de efetiva melhoria na transparência do poder público. “Queremos propor ainda uma agenda legislativa anticorrupção. A Assembleia neste sentido é uma peça importante e fundamental neste processo. Aqui tivemos muitos avanços, mas sempre é possível avançar mais, trabalhando em conjunto”.
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