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Assembleia realiza sessão solene para homenagear o Batalhão de Polícia Ambiental do Paraná
19h16
por Luiz Alberto Pena e Sandra C. Pacheco
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 ou 4049
3 min de leitura
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A Assembleia Legislativa promoveu sessão solene ao final da tarde desta quinta-feira (20), em seu Plenário, para prestar homenagens ao Batalhão de Polícia Ambiental – unidade especializada da Polícia Militar do Paraná. A iniciativa atendeu a uma proposição do deputado Mauro Moraes (PSDB), presidente da Comissão de Segurança Pública do Legislativo estadual.
O parlamentar destacou a importância desta unidade da Polícia Militar paranaense, notadamente considerando os mais amplos contornos que a tutela do meio ambiente vem assumindo cada vez mais, com o decorrer dos anos, a ponto de transformar-se em um dos pontos mais relevantes da agenda política mundial. Entre as autoridades que prestigiaram o evento estavam o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Guilherme Luiz Gomes e o comandante do Batalhão da Polícia Ambiental, tenente coronel João Vieira.
Histórico – Segundo levantamentos da Polícia Militar do Paraná, a criação de uma Guarda Florestal, incialmente no âmbito da Secretaria Estadual da Agricultura, estava prevista na Lei nº 2.509, de 23 de novembro de 1955, quando a Divisão Florestal foi anexada ao Departamento de Produção Vegetal. A efetivação dessa Guarda, no entanto, não chegou a ocorrer, já que pressupunha a criação de uma estrutura autônoma de fiscalização. Diante disso, a competência pelo policiamento florestal foi repassada para a Polícia Militar.
A Lei nº 3.076, de 4 de abril de 1957, previu seu efetivo, inicialmente, como uma Companhia, mas foi somente a partir de 18 de setembro de 1962 que a Polícia Florestal passou verdadeiramente a existir, após a especialização de um grupo de oficiais e a conclusão de um curso especial para os praças. Os primeiros destacamentos foram nos parques estaduais de Vila Velha, Campinhos e do Monge da Lapa. Em 1967 a corporação passou a denominar-se Corpo de Polícia Florestal, e em agosto de 1970, por um acordo com o governo federal, a Polícia Florestal assumiu a responsabilidade pelo Parque Nacional do Iguaçu, na cidade de Foz do Iguaçu, assumindo depois também, e ainda no mesmo ano, a Floresta Nacional de Irati, na cidade do mesmo nome. Em 1974 passou a designar-se Batalhão de Polícia Florestal e, mais recentemente, Batalhão de Polícia Ambiental.
Companhias – Hoje o Batalhão de Polícia Ambiental desdobra-se operacionalmente em quatro companhias, cada uma delas subdividindo-se novamente em quatro pelotões geograficamente distribuídos. Assim, a 1ª Companhia de Polícia Ambiental tem sede em Paranaguá, a 2ª Companhia tem sede em Londrina, a 3ª em Guarapuava e a 4ª em Foz do Iguaçu.
O parlamentar destacou a importância desta unidade da Polícia Militar paranaense, notadamente considerando os mais amplos contornos que a tutela do meio ambiente vem assumindo cada vez mais, com o decorrer dos anos, a ponto de transformar-se em um dos pontos mais relevantes da agenda política mundial. Entre as autoridades que prestigiaram o evento estavam o presidente do Tribunal de Justiça do Paraná, desembargador Guilherme Luiz Gomes e o comandante do Batalhão da Polícia Ambiental, tenente coronel João Vieira.
Histórico – Segundo levantamentos da Polícia Militar do Paraná, a criação de uma Guarda Florestal, incialmente no âmbito da Secretaria Estadual da Agricultura, estava prevista na Lei nº 2.509, de 23 de novembro de 1955, quando a Divisão Florestal foi anexada ao Departamento de Produção Vegetal. A efetivação dessa Guarda, no entanto, não chegou a ocorrer, já que pressupunha a criação de uma estrutura autônoma de fiscalização. Diante disso, a competência pelo policiamento florestal foi repassada para a Polícia Militar.
A Lei nº 3.076, de 4 de abril de 1957, previu seu efetivo, inicialmente, como uma Companhia, mas foi somente a partir de 18 de setembro de 1962 que a Polícia Florestal passou verdadeiramente a existir, após a especialização de um grupo de oficiais e a conclusão de um curso especial para os praças. Os primeiros destacamentos foram nos parques estaduais de Vila Velha, Campinhos e do Monge da Lapa. Em 1967 a corporação passou a denominar-se Corpo de Polícia Florestal, e em agosto de 1970, por um acordo com o governo federal, a Polícia Florestal assumiu a responsabilidade pelo Parque Nacional do Iguaçu, na cidade de Foz do Iguaçu, assumindo depois também, e ainda no mesmo ano, a Floresta Nacional de Irati, na cidade do mesmo nome. Em 1974 passou a designar-se Batalhão de Polícia Florestal e, mais recentemente, Batalhão de Polícia Ambiental.
Companhias – Hoje o Batalhão de Polícia Ambiental desdobra-se operacionalmente em quatro companhias, cada uma delas subdividindo-se novamente em quatro pelotões geograficamente distribuídos. Assim, a 1ª Companhia de Polícia Ambiental tem sede em Paranaguá, a 2ª Companhia tem sede em Londrina, a 3ª em Guarapuava e a 4ª em Foz do Iguaçu.
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