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Audiência em Maringá debaterá questão da incineração de resíduos sólidos urbanos
16h01
por Assessoria de Imprensa, com a colaboração da jornalista Gabriela Siqueira.
Fonte: Assessoria de Imprensa (41) 3350-4188 / 4049
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A incineração de resíduos sólidos urbanos no Paraná será tema de audiência pública que a Comissão de Ecologia e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, presidida pelo deputado Luiz Eduardo Cheida (PMDB), promoverá em Maringá no próximo dia 26 de abril, a partir das 8h30, na sede do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (CREA-PR), na Avenida Bento Munhoz da Rocha Neto, nº 1.139. O pedido para a realização da audiência foi apresentado em parceria com a deputada Luciana Rafagnin, líder da bancada do PT. Maringá está entre as cidades que têm projeto para a instalação de um incinerador de resíduos sólidos.
O evento deve contar com a presença de deputados e vereadores, de representantes do Crea, do Ministério Público estadual e do Ministério Público do Trabalho, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, do Instituto Ambiental do Paraná, de prefeituras, universidades e entidades locais. “É um tema emergencial, que precisa ser discutido antes que surjam problemas maiores, já que o estado não possui marcos legais nesta área”, justifica Cheida. Segundo o deputado, neste primeiro momento a ideia é fazer um levantamento sobre as pretensões que as prefeituras apresentam para tratar a política de resíduos sólidos e o destino final da incineração. “Maringá será o ponto de partida para um mapeamento que queremos fazer em todo o estado. Depois de ouvir os prós e contras, levaremos ao Legislativo subsídios para que a Casa se posicione sobre o assunto, inclusive com a elaboração de um projeto de lei para a regulamentação da atividade”.
O evento deve contar com a presença de deputados e vereadores, de representantes do Crea, do Ministério Público estadual e do Ministério Público do Trabalho, da Secretaria de Estado do Meio Ambiente, do Instituto Ambiental do Paraná, de prefeituras, universidades e entidades locais. “É um tema emergencial, que precisa ser discutido antes que surjam problemas maiores, já que o estado não possui marcos legais nesta área”, justifica Cheida. Segundo o deputado, neste primeiro momento a ideia é fazer um levantamento sobre as pretensões que as prefeituras apresentam para tratar a política de resíduos sólidos e o destino final da incineração. “Maringá será o ponto de partida para um mapeamento que queremos fazer em todo o estado. Depois de ouvir os prós e contras, levaremos ao Legislativo subsídios para que a Casa se posicione sobre o assunto, inclusive com a elaboração de um projeto de lei para a regulamentação da atividade”.
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